Anfitriões não vencem Copa do Mundo desde 1998 e trio da América tenta quebrar tabu
Agora, com Canadá, Estados Unidos e México ainda vivos na competição, cresce a expectativa para saber se algum deles conseguirá quebrar o longo jejum A Copa do Mundo de 2026 segue em ritmo intenso e já se aproxima da fas...
A Copa do Mundo de 2026 segue em ritmo intenso e já se aproxima da fase de oitavas de final, com grandes seleções ainda vivas na competição. Entre elas, chama atenção o fato de que os três países anfitriões, Canadá, Estados Unidos e México, conseguiram avançar e seguem na disputa pelo título mundial.
Apesar do bom desempenho das seleções-sede até aqui, um dado histórico pesa contra o sonho dos anfitriões. Nenhuma seleção que joga em casa vence uma Copa do Mundo desde a França em 1998, quando derrotou o Brasil na final e conquistou seu primeiro título mundial.
Um levantamento feito pelo portal Bahia Notícias, mostra que apenas seis seleções foram campeãs atuando como país-sede. O primeiro caso foi o do Uruguai, que venceu a edição inaugural em 1930, em Montevidéu, conquistando o título diante de sua torcida.
Confira os campeões:
Na sequência, a Itália venceu em casa a Copa de 1934, seguida pela Inglaterra, campeã em 1966. Já em 1974, foi a vez da Alemanha Ocidental levantar o troféu como anfitriã, superando a Holanda de Cruyff na decisão por 2 a 1.
Em 1978, a Argentina também aproveitou o fator casa e conquistou o título ao bater a Holanda por 3 a 1 na final. Depois disso, o cenário mudou e os mandantes passaram a enfrentar mais dificuldades.
Casos recentes mostram essa dificuldade: em 2002, a Coreia do Sul chegou até a semifinal, enquanto a Alemanha também parou na mesma fase em 2006. Já o Brasil, em 2014, caiu na semifinal em casa, reforçando o peso da pressão sobre os anfitriões.
Países terão a difícil missão de serem campeões
Agora, com Canadá, Estados Unidos e México ainda vivos na competição, cresce a expectativa para saber se algum deles conseguirá quebrar o longo jejum e voltar a colocar um país-sede no topo do futebol mundial, mesmo não sendo considerados grandes potências tradicionais da modalidade.