Corinthians sofre com decisões de Diniz, mas vence Rosario e se classifica na Libertadores
Após empate em 0 a 0 no primeiro jogo, o Timão venceu na Neo Química por 1 a 0 O Corinthians venceu o Rosario por 1 a 0, na Neo Química Arena, e garantiu vaga nas quartas de final da Copa Libertadores. Depois do empate p...
O Corinthians venceu o Rosario por 1 a 0, na Neo Química Arena, e garantiu vaga nas quartas de final da Copa Libertadores. Depois do empate por 0 a 0 no primeiro jogo, o Timão precisava da vitória em casa e conseguiu avançar com gol de Breno Bidon.
A partida foi marcada por muita tensão, principalmente depois da expulsão de Raniele, que deixou o Corinthians com um jogador a menos durante boa parte do segundo tempo. Mesmo em inferioridade numérica, o time encontrou o gol da classificação depois que Pedro Raul deixou o campo e Memphis Depay entrou.
Memphis teve participação decisiva na vitória ao dar a assistência para Breno Bidon marcar o único gol da partida. Apesar da classificação, as escolhas de Fernando Diniz foram bastante questionadas, principalmente pela demora para fazer substituições, pela permanência de Raniele após receber cartão amarelo e pela insistência em Pedro Raul.
As escolhas de Diniz complicaram o Corinthians
Diniz escalou Hugo Souza; Matheuzinho, Gabriel Paulista, Gustavo Henrique e Matheus Bidu; Raniele, Carrillo, Breno Bidon e Rodrigo Garro; Kaio César e Pedro Raul. A ideia do treinador teve problemas para funcionar, especialmente porque o Corinthians sofreu com a imposição física do Rosario e encontrou dificuldades para superar a marcação.
Breno Bidon, por exemplo, foi utilizado aberto pela esquerda, uma escolha bastante questionada. A leitura foi de que o treinador desperdiçou um dos melhores meio-campistas do elenco ao colocá-lo em uma função mais distante de suas principais características. Carrillo também teve dificuldades para participar do jogo, enquanto o Corinthians encontrava pouca liberdade para construir.
Expulsão e substituições aumentam a pressão
A expulsão de Raniele complicou ainda mais o plano de Diniz. A avaliação foi de que o volante, já advertido no primeiro tempo, deveria ter sido substituído antes de cometer a falta que resultou no cartão vermelho. Com um jogador a menos em um mata-mata de Libertadores, o Corinthians precisou se adaptar para continuar competitivo.
A insistência em Pedro Raul também pesou nas críticas ao treinador. O centroavante teve dificuldades para associar o jogo, fazer pivô, finalizar e pressionar a saída adversária. Depois que deixou o campo para a entrada de Memphis, o Corinthians encontrou uma solução mais efetiva e chegou ao gol da classificação com a assistência do camisa 10 para Breno Bidon.