Ronaldo Fenômeno não quer Brasil x Holanda na Copa do Mundo e afirma: “Não estamos preparados ainda”
Na opinião do ex-jogador, em entrevista com Romário, enfrentar Japão ou Suécia seria melhor ao Brasil Em participação no programa De Cara com o Cara, de Romário, Ronaldo Fenômeno foi questionado sobre qual adversário ser...
Em participação no programa De Cara com o Cara, de Romário, Ronaldo Fenômeno foi questionado sobre qual adversário seria melhor para a Seleção Brasileira, não ficando em cima do muro:
“Se a gente imaginar que vai passar como primeiro. Lá tem Holanda, Suécia e Japão. Qual você acha que seria o menos complicado desses três?”, questionou o Baixinho, recebendo uma resposta direta:
“Eu acho que está ali entre Japão e Suécia. Temos que fugir da Holanda. É muito cedo ainda. A gente não está preparado para esse confronto com a Holanda. Vamos evoluir durante a competição e crescer, mas não estamos preparados ainda. Japão e Suécia são seleções que dá para a gente passar tranquilo”, respondeu R9.
Análise dos dois primeiros jogos:
Analisando os dois primeiros jogos do Brasil, o ex-jogador acredita que o segundo tempo abaixo do esperado, diante do Haiti, sem nenhum gol marcado, pode acabar complicando a classificação:
“O primeiro tempo foi muito ruim no primeiro jogo. O segundo tempo foi menos pior, melhorou um pouco. No segundo jogo, o primeiro tempo foi muito bom, mas baixaram a guarda no segundo tempo e acharam que estava bom”, afirmou.
“Eu acho que a gente vai passar um perrengue desnecessário para passar em primeiro no grupo. Vamos classificar, mas é importante ter o primeiro lugar. A gente perdeu a chance de fazer mais gols contra o Haiti, que é uma seleção fraca”, prosseguiu.
Messi é o melhor da história?

Por fim, Ronaldo falou sobre Lionel Messi: “O Messi, para mim, é top-5 histórico e mundial. Sempre será. Tem cinco caras que estão ali… Pelé, Maradona, Messi… tem uma galera que poderia estar ali. Você (Romário) entraria facilmente. Eu e você, quem foi melhor que nós dois? Esses caras não foram centroavantes. A gente tem que procurar um critério para discutir e aprofundar mais”, opinou.