Memphis diz “sim”, mas renovação trava em exames e bastidores polêmicos no Corinthians
As conversas pela permanência do camisa 10 avançaram bastante, mas um problema preocupante pode colocar tudo a perder Acordo encaminhado, mas com cautela! Memphis Depay topou permanecer no Corinthians por mais duas tempo...
Acordo encaminhado, mas com cautela! Memphis Depay topou permanecer no Corinthians por mais duas temporadas, só que a assinatura final ainda vai esperar. Para selar o contrato, a diretoria alvinegra exige que o atacante passe por exames médicos rigorosos para avaliar sua condição física.
A diretoria recebeu o “sim” do estafe do camisa 10 neste domingo (26), para a renovação por dois anos. Segundo apuração do portal Globo Esporte, as partes ainda debatem a inclusão de uma cláusula para um terceiro ano de contrato, que dependeria de metas de minutos jogados.
O sinal positivo do holandês foi um passo fundamental, mas o Timão mantém os pés no chão. Internamente, a diretoria reconhece o avanço relevante na negociação, mas evita dar o novo contrato como garantido antes dos ajustes finais.
Além de a renovação ainda depender da aprovação final do presidente Osmar Stabile, a cúpula alvinegra exige que o holandês passe por exames médicos assim que desembarcar no Brasil. A parte física de Memphis é motivo de forte apreensão interna, já que o atacante carrega um histórico de lesões anterior à sua chegada, em setembro de 2024, além de ter colecionado recorrentes problemas musculares ao longo de quase duas temporadas no clube.
O que, de fato, trava a renovação de Memphis?
Os números da temporada reforçam a cautela: em 2026, Memphis atuou em apenas 14 jogos pelo Corinthians, somando um gol e uma assistência. Pela seleção holandesa, também teve papel discreto na Copa do Mundo, saindo do banco nas três partidas em que esteve em campo.
Esse retrospecto físico e técnico é um dos principais trunfos de conselheiros e aliados de Osmar Stabile que se opõem ao novo contrato. O grupo contrário à permanência ainda aponta a grave crise financeira alvinegra, o baixo custo-benefício do atacante e picuinhas políticas internas. A depender do diagnóstico do departamento médico nos exames, a própria junta de saúde do clube pode sugerir o veto ao negócio.
O lado do jogador rebate o ceticismo. Os empresários de Memphis asseguram que ele está pronto para o jogo, topa fazer qualquer avaliação médica e pode reforçar o time de Fernando Diniz imediatamente. Para o estafe, o discurso sobre a condição física do camisa 10 é apenas uma narrativa inflamada pela oposição interna para travar a renovação.
Detalhes sobre o acordo com o camisa 10
As tratativas também envolveram concessões financeiras da parte do jogador. Durante as reuniões, ficou alinhada uma redução no salário fixo e um peso maior para premiações por produtividade. O holandês aceitou um fixo menor do que o estipulado de início, condicionando a gorda fatia dos seus vencimentos ao alcance de resultados em campo.