Arrascaeta aponta principal diferença do Flamengo para outros clubes e desabafa sobre pressão
No Rubro-Negro desde 2019, Arrascaeta revela dificuldades de adaptação no começo e busca por ajuda profissional Jogador procurou ajuda profissional Arrascaeta se consolidou como um dos maiores ídolos da história do Flame...
Jogador procurou ajuda profissional
Arrascaeta se consolidou como um dos maiores ídolos da história do Flamengo e é tricampeão da Copa Libertadores da América pelo clube. No entanto, nem tudo foi fácil para o uruguaio, que teve que aprender a lidar com a pressão da torcida e procurar ajuda profissional.
Em depoimento ao podcast “10 e faixa”, do ex-companheiro Diego Ribas, o camisa 10 descreveu como é atuar no time de maior torcida do futebol brasileiro: “Foi difícil (no começo da trajetória), porque você acha que vai chegar, vestir a camisa e já vai jogar. Mas a realidade não é bem assim. É preciso uma adaptação, precisava ser mais profissional”, declarou o estrangeiro.
“Eu sou um cara que às vezes flutua, fico no meu mundo e às vezes não tenho noção das coisas. Hoje, sou bem diferente, pois passei por anos de terapia e me ajudou muito. Foi difícil, porque a cobrança aqui é completamente diferente de qualquer outro clube. Aqui, você perde dois ou três jogos e já começa a loucura”, explicou o ídolo flamenguista.
O maior campeão da história do Flamengo
Ao lado de Bruno Henrique, Arrascaeta se tornou o maior campeão da história do Rubro-Negro, com 19 taças ao todo, incluindo três Libertadores e três troféus do Brasileirão. Ele está no clube desde 2019 e recentemente renovou o contrato até dezembro de 2028.
O Fla enfrenta o Vitória nesta terça-feira (10), no Barradão, às 21h30 (de Brasília), pela terceira rodada do Brasileiro. A equipe de Filipe Luís ainda não venceu na competição em 2026 e soma um ponto em duas rodadas.
Arrascaeta na Seleção Brasileira?
Na mesma entrevista, o meio-campista argumentou que teria muito mais sucesso no Brasil do que no Uruguai: “Pelo meu estilo de jogo, eu me encaixo mais na seleção brasileira do que na seleção do Uruguai”, afirmou o atleta de 31 anos.
A posição de “camisa 10” se transformou em um problema para a Seleção após a lesão de Neymar em outubro de 2023. Nenhum jogador se firmou e a lacuna segue em aberto para 2026, com o italiano Carlo Ancelotti tendo poucos meses para definir o jogador ideal.