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Gaviões comanda pressão e blinda renovação de Memphis no Corinthians em meio a polêmicas

Gaviões comanda pressão e blinda renovação de Memphis no Corinthians em meio a polêmicas

29/07/2026 11:17

A principal torcida organizada do Corinthians é favorável a renovação contratual do camisa 10 mesmo diante de polêmica que envolve a situação O Corinthians vem buscando a permanência de Memphis Depay, com quem o clube te...

A principal torcida organizada do Corinthians é favorável a renovação contratual do camisa 10 mesmo diante de polêmica que envolve a situação

O Corinthians vem buscando a permanência de Memphis Depay, com quem o clube tem uma dívida de R$ 42 milhões. Embora a renovação seja tratada como prioridade internamente, o clube tem esbarrado em dificuldades para concretizá‑la.

Para ajudar nesse processo, membros da principal torcida organizada, a Gaviões da Fiel, se reuniram com a diretoria corintiana e declararam apoio à extensão do vínculo do atacante, segundo apuração do UOL Esportes.

É importante frisar que esse apoio depende da capacidade financeira do Corinthians de honrar as condições que forem definidas no novo contrato; mesmo assim, a organizada considera o acordo atual insustentável para as finanças do clube.

Buscando o melhor acordo

Na avaliação de um novo acordo com redução de valores, haveria ganhos para o clube, para o atleta e para a torcida. Fontes próximas à Gaviões informaram ao portal que um teto salarial em torno de R$ 2 milhões mensais seria considerado aceitável para manter o holandês.

Esse patamar aproxima‑se da proposta apresentada por Memphis, que prevê salário mensal de R$ 1,8 milhão; a maior parte desse montante seria arcada pelo orçamento do futebol, enquanto 25% ficaria atrelada ao departamento de marketing.

Estratégias para garantir renovação

A diretoria tem buscado captar receitas comerciais ligadas ao jogador para sustentar o pagamento sem comprometer o orçamento da temporada.

Além disso, a dívida vigente do contrato — hoje em R$ 42 milhões — seria mantida congelada nesse valor no novo acordo, sem contabilizar juros, multas e correções monetárias acumuladas.