Quem é esse cara? Lionel Mpasi, goleiro do Congo que causou sufoco no ataque da Colômbia
Xará de Messi, Lionel Mpasi tem carreira construída na França e fou um verdadeiro paredão para a Colômbia na segunda rodada da Copa do Mundo Foi no sufoco, mas a Colômbia superou a grande atuação do goleiro Lionel Mpasi ...
Foi no sufoco, mas a Colômbia superou a grande atuação do goleiro Lionel Mpasi e venceu a RD Congo por 1 a 0 em Guadalajara. Com o triunfo, vindo dos pés de Daniel Muñoz, os colombianos garantiram a vaga antecipada no mata-mata do Grupo K da Copa do Mundo.
O gol salvador saiu apenas aos 30 minutos do segundo tempo. O lateral-direito arrematou e contou com um desvio na defesa para finalmente vencer o arqueiro adversário. Apesar do gol sofrido, Lionel Mpasi foi o grande nome da RD Congo, deixando o gramado com impressionantes oito defesas difíceis.
Apesar da óbvia associação com Messi, o nome de Lionel Mpasi não tem relação com o astro argentino. Natural da França, onde nasceu em 1994, o arqueiro decidiu defender a seleção da RD Congo para honrar a pátria de seus pais.
Carreira construída no futebol francês
Com uma formação sólida que inclui as categorias de base do PSG e convocações para os times juvenis da França, Mpasi seguiu carreira em solo francês e hoje atua na primeira divisão do país pelo Le Havre.
A trajetória recente de Mpasi envolve uma mudança de ares: em julho de 2025, ele se transferiu para o Le Havre após quase dez anos vestindo a camisa do Rodez. Embora não figure entre os titulares na Ligue 1, o goleiro desfruta de total respaldo na seleção nacional, consolidando-se como peça fundamental na Copa do Mundo.

Seu impacto já havia ficado evidente na primeira rodada, quando suas intervenções asseguraram o empate por 1 a 1 contra Portugal, somando um ponto inédito para a RD Congo desde o retorno da seleção ao cenário do Mundial.
Mpasi brilhou na campanha que garantiu o retorno de Conga à Copa
O goleirão foi um dos grandes heróis da classificação que colocou a RD Congo de volta ao mapa do futebol mundial pela primeira vez desde 1974. Com muita bagagem e espírito de liderança, Mpasi tomou conta da meta da equipe dirigida por Sébastien Desabre e brilhou intensamente nos jogos de vida ou morte das Eliminatórias.