Daiane Muniz e VAR cometeram 2 erros considerados graves em Palmeiras x São Paulo, apontam ex-árbitros
Alfredo Loebeling, Guilherme Ceretta e Ulisses Tavares analisaram o lance com Gustavo Gómez e também o pênalti de Marlon Freitas No clássico pela semifinal do Campeonato Paulista entre Palmeiras e São Paulo, os visitante...
No clássico pela semifinal do Campeonato Paulista entre Palmeiras e São Paulo, os visitantes reclamaram muito de um lance que aconteceu no começo do segundo tempo, quando Lucas tentou jogada pela esquerda, e a bola pegou no braço no Gustavo Gómez.
Foi pênalti de Gustavo Gómez?
A questão é que Daiane Muniz mandou o jogo seguir e o VAR, comandado por Thiago Duarte Peixoto, não recomendou revisão. Por conta disso, ex-árbitros foram ouvidos pelo UOL, sendo que 2 dos 3 acreditam que o Tricolor foi prejudicado:
Alfredo Loebeling: “Eu não vejo como movimento natural aquele braço aberto [de Gustavo Gómez]. Aliás, braços muito mais fechados têm sido marcados como penalidade. Ela [Daiane Muniz] comete um erro aí esse lance“.
Guilherme Ceretta, árbitro nos EUA: “Não é pênalti pela proximidade e velocidade [do lance]. Zero intenção e há movimento natural. Já foram marcados vários pênaltis em lances desse tipo e, por isso, há essa cobrança pela marcação”.
Ulisses Tavares: “Foi muito pênalti. O jogador do Palmeiras está com braço aberto, ganhando espaço. O pênalti deveria ser assinalado, ao meu modo de ver“.

Foi pênalti em Bobadilla?
Logo em seguida, a mesma fonte acima citada também questionou os mesmos sobre outro lance: na disputa entre Marlon Freitas e Bobadilla dentro da área, uma penalidade foi marcada, gerando reclamação dos palmeirenses:
Alfredo Loebeling: “Há um braço do Marlon Freitas no pescoço [de Bobadilla]. Se a falta fosse no meio de campo, ninguém estaria discutindo. Como é dentro da área, está esse debate todo. Eu marcaria [o pênalti]. Não vejo esse braço no pescoço do jogador de São Paulo como um lance natural. É uma disputa desigual”.
Guilherme Ceretta: “Se tivesse 0 a 0, ela não marcaria nunca esse pênalti. Só marcou porque não deu pênalti no outro lance com o braço. Pesou a decisão anterior”.
Ulisses Tavares: “Houve uma disputa de bola, ambos os atletas sobem para ter posse da bola. O atleta do Palmeiras realmente atinge o atleta do São Paulo na descida do corpo, mas no meu modo de ver o lance totalmente involuntário. Não marcaria pênalti“.