Defesa do Brasil supera rivais e reforça favoritismo no mata-mata da Copa
Apesar de apresentarem jogadores experientes no futebol europeu, nenhuma delas conseguiu atingir o mesmo nível de consistência defensiva A Seleção Brasileira encerrou a fase de grupos da Copa do Mundo mostrando solidez d...
A Seleção Brasileira encerrou a fase de grupos da Copa do Mundo mostrando solidez defensiva e eficiência coletiva. Com apenas um gol sofrido em três partidas, o Brasil garantiu a liderança do Grupo C e chega ao mata-mata como uma das defesas menos vazadas do torneio.
O desempenho coloca a equipe em destaque justamente no momento em que possíveis adversários já começam a ser projetados. Entre os cenários mais prováveis estão Holanda, Japão e Suécia, seleções que ainda disputam a classificação no Grupo F.
Apesar de apresentarem jogadores experientes no futebol europeu, nenhuma delas conseguiu atingir o mesmo nível de consistência defensiva da Seleção Brasileira até aqui.
Brasil leva vantagem em organização defensiva contra rivais europeus e asiáticos
A Holanda sofreu três gols na fase inicial, o Japão foi vazado duas vezes e a Suécia apresentou o desempenho mais instável, com seis gols sofridos. Enquanto isso, o Brasil terminou dois dos três jogos sem ser vazado.
A possível Holanda lidera sua chave com uma defesa formada por nomes de alto nível no futebol europeu, como Van Dijk e Dumfries. Ainda assim, a equipe não conseguiu encerrar uma partida sem sofrer gols na competição.

O Japão aposta em um sistema com três zagueiros e jogadores que atuam em grandes clubes da Europa, como Bayern de Munique e Ajax. Já a Suécia também utiliza uma linha de três defensores, mas tem mostrado mais dificuldades de consistência ao longo dos jogos.
No caso brasileiro, a base defensiva formada por Marquinhos e Gabriel Magalhães, além do goleiro Alisson, se manteve estável durante toda a fase de grupos.
Brasil espera adversário do mata-mata
Com a fase de grupos encerrada, a Seleção agora aguarda a definição do Grupo F para conhecer seu adversário. Independentemente de quem avance, o cenário indica um Brasil mais preparado para testes mais exigentes no caminho rumo às fases decisivas da Copa do Mundo.
