Contratação de Raphael Veiga é apontada como frustrante por imprensa mexicana após crise no América-MEX
Problema no América do México é apontado como grande parte da responsabilidade de Veiga e Lima, outro brasileiro que também virou alvo das críticas Raphael Veiga deixou o Palmeiras no começo do ano sob a condição de ídol...
Raphael Veiga deixou o Palmeiras no começo do ano sob a condição de ídolo incontestável, tanto pelo que fez no Clube, mas também por sua identificação explícita como histórico de vida. Entretanto, o ex-camisa 23 da Academia vive momentos complicados no América-MEX, seu novo clube.
Juntamente com Lima, ex-jogador do Fluminense que também atua na equipe mexicana, Veiga foi alvo de uma crítica ácida feita pelo jornal Marca. Nesta terça-feira (7), dia de jogo contra o Nashville, pela Copa dos Campeões da Concacaf, ambos os brasileiros forma apontados como “decepções”.
“O principal problema das Águilas de André Jardine é o ataque, já que, em 13 rodadas do campeonato, marcaram apenas 14 gols e sofreram 12. O artilheiro da equipe é Brian Rodríguez, com três gols”, iniciou o veículo de comunicação mexicano, para na sequência disparar acidamente sobre o ex-Flu e o ídolo palestrino.
“A falta de criatividade ofensiva da equipe persiste apesar das contratações de Raphael Veiga e Vinicius Lima, dois brasileiros que o próprio Jardine pediu para o elenco e que teriam custado o cargo ao diretor esportivo Diego Ramírez”, completou o Marca.
Raphael Veiga chegou ao México e, em 12 partidas, tratou de se fazer notar: oito vezes titular, três gols, duas assistências. Nada exuberante, mas suficiente para indicar presença.
Raphael Veiga disputou 12 jogos desde que desembarcou no México, sendo oito como titular, marcando três gols e dando duas assistências. Lima, do outro lado, foi titular em um dos nove jogos disputados, além de ter marcado um gol e dado uma assistência.
Veiga foi ao México para retomar protagonismo

Quando apostou na contratação de Raphael Veiga, André Jardine recorreu a um termo caro ao futebol moderno: “protagonismo”. A ideia era simples — ou ao menos parecia —, devolver ao ídolo palmeirense o papel central que havia se diluído sob o comando de Abel Ferreira na temporada anterior.