Igor Thiago perde espaço após estreia como titular e vira opção no banco de Ancelotti na Copa
Atacante foi titular na estreia, mas não voltou a jogar na Copa Depois de começar a Copa do Mundo entre os titulares, Igor Thiago viu seu cenário mudar rapidamente na Seleção Brasileira. O atacante foi escolhido por Carl...
Depois de começar a Copa do Mundo entre os titulares, Igor Thiago viu seu cenário mudar rapidamente na Seleção Brasileira. O atacante foi escolhido por Carlo Ancelotti para iniciar a estreia contra Marrocos, mas não voltou a entrar em campo nas três partidas seguintes, diante de Haiti, Escócia e Japão.
Segundo o Ge.globo, a tendência é que o centroavante do Brentford permaneça como opção no banco também neste domingo (5), quando o Brasil enfrenta a Noruega pelas oitavas de final. Apesar da perda de espaço, a comissão técnica segue considerando o camisa 9 uma alternativa importante para jogos com características específicas.
Na avaliação de Ancelotti, a mudança não passa por falta de confiança no jogador, mas principalmente pela alteração do modelo de jogo da Seleção e pelo crescimento da concorrência no setor ofensivo.
Igor Thiago ganhou chance pela força física, mas não convenceu
Convocado pela primeira vez em março, Igor Thiago chegou à Copa credenciado por uma grande temporada no Brentford. O atacante marcou 22 gols no Campeonato Inglês, terminou como vice-artilheiro da competição e ainda balançou as redes nos amistosos contra Croácia e Panamá.
Essas características fizeram Ancelotti apostar no centroavante para enfrentar Marrocos. A ideia era utilizar um atacante de referência, capaz de disputar bolas pelo alto, proteger a posse e servir como ponto de apoio para o restante da equipe.
Em campo, porém, Igor Thiago teve participação discreta. Durante cerca de 62 minutos, acertou quatro dos cinco passes que tentou, desperdiçou uma boa oportunidade ao furar uma cabeçada e obrigou o goleiro marroquino a fazer uma defesa em sua única finalização certa.
Mudança de esquema favoreceu Matheus Cunha
Após a estreia, Ancelotti modificou a estrutura ofensiva da Seleção. Com um ataque mais móvel, Matheus Cunha passou a oferecer características consideradas mais adequadas para o novo sistema.
Vale mencionar que o atacante chegou a ser testado durante a preparação para o duelo contra a Noruega e segue como uma alternativa para situações específicas, principalmente quando o Brasil precisa de mais presença de área, jogo aéreo ou de um cobrador confiável em uma eventual disputa por pênaltis.