Malcom é disputado por clubes da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes
Atacante brasileiro não pretende retornar ao Brasil e avalia propostas para continuar no futebol árabe Malcom está livre no mercado após rescindir de forma amigável seu contrato com o Al-Hilal, da Arábia Saudita. O ataca...
Malcom está livre no mercado após rescindir de forma amigável seu contrato com o Al-Hilal, da Arábia Saudita. O atacante ainda tinha mais uma temporada de vínculo com o clube, mas as partes chegaram a um acordo para encerrar a relação.
A saída abriu espaço para novas possibilidades na carreira do brasileiro. Ontem, a informação era de que o Al-Jazira, dos Emirados Árabes Unidos, estava negociando a contratação do jogador.
Agora, porém, o Al-Jazira não está sozinho. O Malcom passou a ser disputado também por outro clube do futebol saudita, aumentando as possibilidades de permanência do atacante no Oriente Médio.
Malcom pode continuar na Arábia Saudita
O Al-Ittihad, da primeira divisão da Arábia Saudita, também entrou na disputa pelo brasileiro. O clube recentemente subiu da segunda para a elite do futebol saudita e tem Bruno Lage como treinador.
Dessa forma, Malcom tem neste momento duas possibilidades concretas fora do Brasil: continuar na Arábia Saudita ou se transferir para os Emirados Árabes Unidos. O Al-Ittihad busca convencer o jogador a permanecer no país, enquanto o Al-Jazira tenta levá-lo para os Emirados.
A tendência, porém, é que Malcom continue sua carreira no exterior. O brasileiro não trabalha neste momento com a possibilidade de retornar ao futebol brasileiro e avalia as opções que apareceram depois da rescisão com o Al-Hilal.

Brasileiro segue no futebol estrangeiro
A situação deve ser definida nos próximos passos das negociações. Malcom já tem interessados e não deve permanecer muito tempo livre no mercado, principalmente pelo histórico e pelo nível de investimento que clubes do futebol árabe estão dispostos a fazer.
O cenário atual, portanto, é de disputa entre Al-Jazira e Al-Ittihad. O brasileiro deixou o Al-Hilal, mas não deve deixar o futebol do Oriente Médio.