São Paulo quitou dívida com Crespo antes de nova demissão e terá novo custo milionário
Clube pagou acordo antigo com treinador e agora arca com nova rescisão após saída recente O São Paulo vive mais um impacto financeiro envolvendo treinadores. Dias antes de oficializar a demissão de Hernán Crespo, o clube...
O São Paulo vive mais um impacto financeiro envolvendo treinadores. Dias antes de oficializar a demissão de Hernán Crespo, o clube quitou uma dívida antiga referente à primeira passagem do técnico, em 2021.
O pagamento girou em torno de R$ 2,1 milhões, valor ligado a um acordo trabalhista firmado após sua saída anterior. Crespo havia conquistado o Campeonato Paulista naquele período, encerrando um longo jejum de títulos do clube.
A situação chama atenção pelo timing: pouco tempo depois de resolver pendências antigas, o São Paulo precisou novamente encerrar o vínculo com o treinador, gerando um novo custo relevante aos cofres do clube.
Nova demissão gera impacto financeiro
Com a saída recente, o São Paulo terá que arcar com aproximadamente três meses de salários de Crespo. O treinador recebia cerca de R$ 630 mil mensais, mas o valor total da rescisão pode ser bem maior.
Isso porque entram na conta direitos de imagem e os vencimentos da comissão técnica. Somando todos esses fatores, o custo pode se aproximar de R$ 4 milhões.
Sequência de gastos preocupa bastidores
O caso de Crespo não é isolado. Ainda em 2025, o clube já havia desembolsado cerca de R$ 3 milhões na saída de Luis Zubeldía, o que aumenta a pressão sobre a gestão financeira no departamento de futebol.

Internamente, o acúmulo de gastos com trocas de treinadores é visto como um ponto de atenção. Além do impacto direto no caixa, essas mudanças também afetam o planejamento esportivo ao longo da temporada.
Dessa forma, o São Paulo volta a lidar com mais um custo elevado fora das quatro linhas, reforçando um cenário que exige maior estabilidade nas decisões futuras.