FutebolFlash FutebolFlash
Os 20 jogadores brasileiros mais bem-sucedidos em ligas sul-americanas, segundo a IA

Os 20 jogadores brasileiros mais bem-sucedidos em ligas sul-americanas, segundo a IA

20/08/2026 20:47

Confira os jogadores brasileiros que mais fizeram história em clubes de outros países da América do Sul, segundo a inteligência artificial O futebol brasileiro sempre revelou jogadores capazes de fazer sucesso além das f...

Confira os jogadores brasileiros que mais fizeram história em clubes de outros países da América do Sul, segundo a inteligência artificial

O futebol brasileiro sempre revelou jogadores capazes de fazer sucesso além das fronteiras do país. Nas ligas sul-americanas, muitos deles conquistaram títulos, protagonismo e até o status de ídolos.

Para montar uma seleção de nomes que mais se destacaram longe do Brasil, a inteligência artificial analisou diferentes trajetórias. A lista reúne jogadores de várias gerações que fizeram história em países como Argentina, Uruguai, Bolívia, Equador, Peru e Paraguai.

Entre os escolhidos estão campeões continentais, goleadores e atletas que se transformaram em referências de grandes clubes. Manga, Iarley e Silas são alguns dos nomes históricos, enquanto outros brasileiros tiveram passagens marcantes por equipes como Bolívar, Barcelona de Guayaquil, Peñarol e Sporting Cristal.

20) Giorgio Constantini

Giorgio Constantini. Foto: Hernan Cortez/Getty Images
Giorgio Constantini. Foto: Hernan Cortez/Getty Images

Giorgio Constantini representa um caminho diferente entre os brasileiros da lista. Nascido em Curitiba e formado inicialmente nas categorias de base do Athletico-PR, o jovem meia decidiu deixar o Brasil aos 17 anos para tentar a sorte no futebol argentino. A ligação familiar com o país, herdada de seu avô argentino, também ajudou a aproximá-lo do River Plate, clube pelo qual se tornou uma das joias em ascensão.

A aposta deu resultado e Giorgio chegou ao time profissional do River Plate sob o comando de Marcelo Gallardo. Sua estreia aconteceu em março de 2025, no Monumental de Núñez, contra o Atlético Tucumán. Canhoto e versátil, o meia pode atuar como segundo volante ou na armação, destacando-se pelo drible e pelo passe e sendo comparado ao ídolo Ignacio Fernández.

19) Eduardo Brock

Eduardo Brock. Foto: Robson Mafra/AGIF
Eduardo Brock. Foto: Robson Mafra/AGIF

Eduardo Brock levou sua experiência de liderança para o futebol paraguaio após deixar o Cruzeiro. O zagueiro, que havia sido capitão da equipe mineira na campanha do acesso à Série A, defendeu o Cerro Porteño nas temporadas de 2023 e 2024. Em Assunção, participou de partidas importantes da Libertadores e se tornou uma das opções da tradicional equipe paraguaia para o setor defensivo.

O ciclo no Paraguai terminou em dezembro de 2024, quando Brock acertou seu retorno ao futebol brasileiro. Em 2025, passou a defender o Avaí e, no início de 2026, foi anunciado pelo Grêmio Novorizontino. Aos 35 anos, o defensor assumiu papel importante no elenco paulista, depois de acrescentar mais uma experiência internacional relevante à carreira.

18) Rick Lima

Rick Lima. Foto: Divulgação/Talleres
Rick Lima. Foto: Divulgação/Talleres

Revelado pelo Ceará, Rick Lima chegou ao Talleres após passagem pelo Ludogorets, da Bulgária, em uma contratação que entrou para a história do clube argentino. O atacante foi adquirido no início de 2025 por cerca de 6 milhões de euros, tornando-se a contratação mais cara da história da equipe de Córdoba. O primeiro ano foi marcado principalmente pelo processo de adaptação ao futebol argentino.

A mudança de cenário começou a aparecer com mais força em 2026. Sob o comando de Jorge Sampaoli, Rick ganhou espaço, assumiu a titularidade e passou a contribuir com gols e assistências importantes na liga argentina. A velocidade e a capacidade de finalização fizeram o brasileiro chamar atenção da imprensa local, especialmente após um golaço de fora da área marcado contra o Unión de Santa Fe, em maio.

17) Francisco da Costa

Francisco da Costa. Foto: Maxi Franzoi/AGIF
Francisco da Costa. Foto: Maxi Franzoi/AGIF

Francisco da Costa viveu um dos períodos mais produtivos de sua carreira no Bolívar, onde chamou atenção pelo desempenho ofensivo. O sucesso em La Paz fez com que o atacante fosse comprado pelo Cerro Porteño em julho de 2024, em uma negociação de aproximadamente 1,5 milhão de euros. A transferência representou o reconhecimento pelo impacto que havia causado no futebol boliviano.

No clube paraguaio, porém, o brasileiro acabou passando a temporada de 2025 emprestado ao Mirassol, onde marcou seis gols em 20 partidas no Brasileirão. Em janeiro de 2026, retornou definitivamente ao futebol brasileiro, desta vez contratado pelo Cruzeiro a pedido do técnico Tite. Assim, apesar de ter deixado o continente rapidamente, sua passagem pelo Bolívar foi determinante para a valorização de sua carreira.

16) Gustavo Cazonatti

Gustavo Cazonatti. Foto: Divulgação/Sporting Cristal
Gustavo Cazonatti. Foto: Divulgação/Sporting Cristal

Gustavo Cazonatti foi um dos brasileiros que mais se identificaram com o Sporting Cristal nos últimos anos. Contratado no início de 2024, após passagem pela Chapecoense, o meio-campista rapidamente conquistou a condição de titular absoluto e ganhou a admiração dos torcedores pelo estilo aguerrido. Ao todo, disputou 64 partidas pelo clube peruano, com sete gols e cinco assistências.

A relação construída em Lima terminou de maneira inesperada em julho de 2026. Por questões pessoais envolvendo a família, Cazonatti pediu para retornar ao Brasil, surpreendendo comissão técnica e torcida. O Mirassol acertou sua contratação em definitivo, em uma negociação sem custos imediatos, mas que manteve 50% dos direitos econômicos com o Sporting Cristal para uma eventual venda futura.

15) Cris Silva

Cris Silva. Foto: Alexandre Schneider/Getty Images
Cris Silva. Foto: Alexandre Schneider/Getty Images

Cris Silva encontrou no Sporting Cristal mais uma oportunidade de construir uma trajetória relevante fora do futebol brasileiro. O lateral-esquerdo chegou a Lima em meio a uma forte presença de brasileiros no elenco e rapidamente assumiu protagonismo pelo lado esquerdo. Em 2026, inclusive, ganhou destaque ao converter uma cobrança de pênalti decisiva, com direito a uma ousada cavadinha, que ajudou o clube a avançar na Libertadores.

A regularidade também se tornou uma das principais características do brasileiro na temporada. Cris Silva assumiu a titularidade absoluta e já acumulava mais de 35 partidas entre as competições nacionais e continentais. Antes de chegar ao Peru, ele havia defendido o Sheriff Tiraspol, da Moldávia, em uma passagem que incluiu a histórica vitória sobre o Real Madrid na Champions League, além de ter atuado pelo Fluminense.

14) Felipe Vizeu

Felipe Vizeu. Foto: IMAGO/Latin Sport Images
Felipe Vizeu. Foto: IMAGO/Latin Sport Images

Felipe Vizeu viveu uma passagem de um ano pelo Sporting Cristal marcada por regularidade e participação em momentos importantes. Contratado em agosto de 2025, o centroavante disputou 29 partidas e marcou oito gols pelo clube peruano, dividindo suas atuações entre o Campeonato Peruano e a Libertadores. A adaptação foi facilitada pela presença do técnico brasileiro Paulo Autuori e de outros compatriotas no elenco.

Na reta final do Campeonato Peruano de 2025, Vizeu teve participação direta em um lance decisivo contra o Cienciano, quando sofreu a falta que originou o gol da vitória e garantiu ao Sporting Cristal uma vaga na fase de grupos da Libertadores de 2026. No primeiro semestre seguinte, continuou sendo utilizado no torneio continental, antes de retornar ao Brasil em agosto para defender o Avaí na Série B.

13) Deyverson

Deyverson. Foto: Joisel Amaral/AGIF
Deyverson. Foto: Joisel Amaral/AGIF

Deyverson chegou à LDU Quito em janeiro de 2026, depois de rescindir seu contrato com o Fortaleza e ficar livre no mercado. Aos 35 anos, o centroavante assinou até o fim da temporada e rapidamente passou a participar da rotina do futebol equatoriano. Até o momento, soma seis gols pelo clube, sendo quatro na LigaPro e dois na Libertadores.

Além dos gols, Deyverson mantém no Equador o estilo irreverente que marcou sua carreira. Depois de balançar as redes contra o Leones del Norte, chegou a comemorar fazendo o gesto de uma checagem do VAR e acabou advertido. Mais recentemente, em agosto, voltou a protagonizar uma confusão ao provocar a torcida do Aucas nos minutos finais de um clássico, recebendo novamente cartão amarelo.

12) Jean

Jean. Foto: Wagner Meier/Getty Images
Jean. Foto: Wagner Meier/Getty Images

Jean construiu uma passagem marcante pelo futebol paraguaio defendendo o Cerro Porteño. Depois de iniciar a carreira no Bahia e passar pelo São Paulo, além de ter se destacado pelo Atlético-GO, o goleiro chegou ao clube de Assunção em 2021. Durante quatro temporadas, tornou-se titular absoluto, conquistou o carinho da torcida e levantou o título do Campeonato Paraguaio.

A reta final, porém, foi marcada por polêmicas disciplinares e pela perda de espaço após a chegada de Gatito Fernández. Jean deixou o Cerro Porteño definitivamente em maio de 2025 e, depois de um período sem clube, encontrou uma nova oportunidade internacional. No início de 2026, assinou com o América de Cali, da Colômbia, assumindo a camisa 1 e disputando a liga nacional e a Copa Sul-Americana.

11) Leonai Souza

Leonai Souza. Foto: Alexandre Schneider/Getty Images
Leonai Souza. Foto: Alexandre Schneider/Getty Images

Leonai Souza viveu uma das passagens mais consistentes entre os brasileiros que atuaram recentemente no futebol equatoriano. Entre 2022 e o início de 2026, o volante defendeu o Barcelona de Guayaquil e acumulou nada menos que 115 partidas. A regularidade e as boas atuações, inclusive em jogos da Libertadores, fizeram com que ele conquistasse o carinho da torcida de um dos clubes mais tradicionais do país.

Depois de encerrar seu ciclo no Equador, Leonai retornou ao Brasil para defender o Náutico na Série B durante o primeiro semestre de 2026. A experiência internacional, porém, não demorou a ser retomada. Em agosto, o meio-campista acertou sua transferência para o Millonarios, da Colômbia, voltando a atuar em uma liga sul-americana e iniciando uma nova etapa de sua carreira fora do país.

10) Neto Volpi

Neto Volpi. Foto: Divulgação/Tolima
Neto Volpi. Foto: Divulgação/Tolima

Neto Volpi se consolidou como um dos principais goleiros brasileiros em atividade no futebol colombiano. Titular absoluto do Deportes Tolima, o arqueiro chegou ao clube em abril de 2023 e possui contrato até o fim de 2027. A experiência no país, entretanto, começou antes, já que em 2019 ele havia conquistado enorme prestígio ao ser campeão da liga colombiana pelo América de Cali.

A trajetória de Neto Volpi na Colômbia, portanto, é marcada por regularidade e conquistas. Depois de se destacar pelo América de Cali, encontrou no Deportes Tolima outro espaço para exercer protagonismo e se transformar em um dos pilares da equipe de Ibagué. O goleiro ainda carrega uma curiosidade familiar, sendo primo de Tiago Volpi e irmão de Fabián Volpi.

9) Alex Silva

Alex Silva. Foto: Buda Mendes/Getty Images
Alex Silva. Foto: Buda Mendes/Getty Images

Alex Silva construiu uma trajetória de destaque no Jorge Wilstermann, da Bolívia, onde se transformou em ídolo e uma das principais referências defensivas da equipe. O zagueiro viveu seu momento mais marcante em 2017, quando liderou a histórica campanha do clube na Libertadores. Naquele torneio, o time boliviano eliminou o Atlético-MG nas oitavas de final e chegou às quartas, caindo apenas diante do River Plate.

O defensor também foi importante na conquista do Campeonato Boliviano de 2018, consolidando sua liderança dentro do elenco. Alex Silva encerrou a carreira justamente defendendo o Jorge Wilstermann, em 2019, mas sua ligação com o clube não terminou ali. Três anos depois, voltou a Cochabamba para assumir o cargo de gerente de futebol e gestor esportivo, dando continuidade à relação construída nos gramados.

8) Bruno Sávio

Bruno Sávio. Foto: Gaston Brito Miserocchi/Getty Images
Bruno Sávio. Foto: Gaston Brito Miserocchi/Getty Images

Bruno Sávio construiu uma relação especial com o Bolívar durante suas duas passagens pelo futebol boliviano. O atacante se destacou especialmente em sua temporada mais recente em La Paz, em 2024, quando marcou 11 gols e distribuiu 13 assistências em apenas 30 partidas. O desempenho o colocou entre os principais jogadores ofensivos da equipe tanto no campeonato local quanto na Libertadores.

A trajetória de Bruno Sávio no exterior ainda incluiu experiências pelo Al-Ahly, do Egito, e pelo Millonarios, da Colômbia. No entanto, foi no Bolívar que viveu um dos períodos mais marcantes de sua carreira internacional. Depois de deixar a Bolívia, retornou ao Brasil no fim de 2025 para defender o Goiás, clube pelo qual passou a atuar regularmente em 2026.

7) Fábio Gomes

Fábio Gomes. Foto: Miguel Schincariol/Getty Images
Fábio Gomes. Foto: Miguel Schincariol/Getty Images

A passagem de Fábio Gomes pelo Bolívar foi curta, mas suficiente para deixar uma marca importante no futebol boliviano. Contratado no segundo semestre de 2024 para ser a referência ofensiva da equipe de La Paz, o centroavante rapidamente ganhou espaço e caiu nas graças da torcida. Ao todo, balançou as redes 23 vezes e ainda distribuiu seis assistências em 42 partidas, números que ajudam a explicar o impacto que teve durante o período no clube.

Além do desempenho individual, Fábio Gomes também participou das campanhas internacionais do Bolívar, enfrentando adversários de peso como Palmeiras e Flamengo. O brasileiro terminou seu ciclo na Bolívia com o título do Campeonato Boliviano e a sensação de dever cumprido, deixando La Paz como um dos nomes de destaque daquele período. Em julho de 2026, encerrou a experiência internacional para retornar ao futebol brasileiro e defender o Cuiabá.

6) Ignácio

Ignácio. Foto: Daniel Apuy/Getty Images
Ignácio. Foto: Daniel Apuy/Getty Images

Ignácio rapidamente se transformou em um dos grandes nomes brasileiros do futebol peruano. Contratado pelo Sporting Cristal no início de 2023 depois de se destacar pelo Bahia, o zagueiro conquistou a torcida com atuações de muita segurança e recebeu o apelido de “La Muralla”. Em sua trajetória pelo clube de Lima, disputou 62 partidas e marcou dez gols, números expressivos para um jogador de defesa.

O desempenho fez o brasileiro despertar o interesse do Fluminense, que em julho de 2024 investiu cerca de 2,2 milhões de dólares para adquirir 80% de seus direitos econômicos. Ignácio encerrou, assim, um ciclo bastante positivo no futebol peruano, marcado não apenas pela quantidade de partidas, mas também pelo protagonismo no jogo aéreo defensivo e ofensivo.

5) Léo Coelho

Léo Coelho. Foto: Divulgação/Peñarol
Léo Coelho. Foto: Divulgação/Peñarol

Léo Coelho teve uma passagem de mais de dois anos pelo Peñarol, entre janeiro de 2023 e agosto de 2025, e se consolidou como uma das principais referências defensivas do clube uruguaio. O brasileiro chegou cercado de desconfiança porque havia acabado de ser campeão pelo rival Nacional e decidiu atravessar a cidade para defender o Peñarol por uma proposta financeira superior.

A desconfiança inicial foi superada dentro de campo. Com mais de 100 partidas pelo clube, Léo Coelho tornou-se titular absoluto e participou de campanhas no Campeonato Uruguaio, na Sul-Americana e na Libertadores, além de contribuir para conquistas de turnos nacionais, como o Apertura. Sua saída, em agosto de 2025, foi tratada de maneira amistosa e acompanhada por agradecimentos públicos do Peñarol.

4) Gabriel Marques

Gabriel Marques. Foto: Buda Mendes/Getty Images
Gabriel Marques. Foto: Buda Mendes/Getty Images

Gabriel Marques construiu uma trajetória de destaque no futebol sul-americano depois de encontrar poucas oportunidades para se firmar no Brasil. Revelado pelo Grêmio, o mineiro passou cedo pelo futebol uruguaio, onde defendeu River Plate de Montevidéu e Nacional. Foi justamente no gigante de Montevidéu que conquistou o Campeonato Uruguaio, dando os primeiros passos de uma carreira que posteriormente seria marcada por uma longa passagem fora do país.

O auge aconteceu no Barcelona de Guayaquil, onde se transformou em um dos principais nomes defensivos da equipe e conquistou os Campeonatos Equatorianos de 2016 e 2020. A identificação foi tão grande que Gabriel Marques se naturalizou equatoriano em 2017. Depois de marcar época em Guayaquil, encerrou a carreira profissional no Guayaquil City, em 2023, deixando um legado construído principalmente no futebol equatoriano.

3) Silas

Silas. Foto: Divulgação/San Lorenzo
Silas. Foto: Divulgação/San Lorenzo

A passagem de Paulo Silas pelo San Lorenzo é uma das mais marcantes de um brasileiro no futebol argentino. Entre 1994 e 1997, o meia assumiu a tradicional camisa 10 do clube de Boedo e rapidamente se transformou em um dos grandes ídolos da torcida. Ao todo, disputou 95 partidas e marcou 24 gols, números que ajudam a dimensionar sua importância durante o período em Buenos Aires.

O ponto alto veio em 1995, quando Silas liderou o San Lorenzo na conquista do Torneio Clausura, encerrando um jejum de 22 anos sem títulos nacionais. O brasileiro também protagonizou um gol antológico contra o River Plate, no Monumental, em lance que ganhou destaque na revista El Gráfico e chegou a ser elogiado publicamente por Diego Maradona. Antes disso, ainda havia defendido o Central Español, do Uruguai.

2) Iarley

Iarley. Foto: Getty/Images
Iarley. Foto: Getty/Images

Iarley escreveu um dos capítulos mais especiais de um brasileiro no futebol argentino ao defender o Boca Juniors entre 2003 e 2004. Depois de chamar atenção pelo Paysandu na Libertadores de 2003, inclusive marcando o gol da vitória sobre o próprio Boca em La Bombonera, o atacante foi contratado pelo gigante argentino. Em Buenos Aires, recebeu a camisa 10 e rapidamente passou a ocupar um lugar especial na história recente do clube.

O grande momento aconteceu em dezembro de 2003, quando Iarley foi titular na vitória sobre o Milan nos pênaltis e ajudou o Boca a conquistar a Copa Intercontinental. No mesmo ano, também levantou o Torneio Apertura e marcou um golaço na vitória por 2 a 1 sobre o River Plate, no Monumental de Núñez. Ao todo, disputou 39 partidas e marcou seis gols, deixando Buenos Aires com status de ídolo.

1) Manga

Manga. Foto: Vítor Silva/Botafogo
Manga. Foto: Vítor Silva/Botafogo

Ídolo do Botafogo, Manga foi muito além de uma simples passagem pelo futebol sul-americano: tornou-se uma verdadeira lenda do Nacional do Uruguai. Durante a década de 1970, o goleiro brasileiro conquistou quatro Campeonatos Uruguaios consecutivos, entre 1969 e 1972, além de ser protagonista nas maiores conquistas da história do clube. Em 1971, foi peça fundamental nos títulos da Libertadores e do Mundial Interclubes.

O legado de Manga ainda inclui uma impressionante sequência de 16 clássicos consecutivos sem derrota para o Peñarol e até um gol marcado de arco a arco, contra o Racing, em 1973. Já no fim da carreira, defendeu o Barcelona de Guayaquil e conquistou o Campeonato Equatoriano de 1981. A identificação com o Nacional permaneceu por décadas, e o clube chegou a homenageá-lo em 2025, pouco antes de sua morte, aos 87 anos.