Após negociação por João Marcelo, Bolívar elogia decisão do Inter e dispara sobre valor do zagueiro
Ídolo colorado avalia tentativa frustrada de contratação e destaca cautela do clube no mercado de transferências. Ídolo do Internacional, o ex-zagueiro Bolívar comentou a movimentação do clube no mercado e aprovou a deci...
Ídolo do Internacional, o ex-zagueiro Bolívar comentou a movimentação do clube no mercado e aprovou a decisão de não avançar na contratação de João Marcelo, do Cruzeiro. Para o ex-defensor, o Colorado agiu corretamente ao recuar diante dos valores envolvidos.
A negociação chegou a avançar nos bastidores, mas acabou não sendo concretizada antes do fechamento da janela. O alto custo da operação foi determinante para o desfecho, cenário que, na visão de Bolívar, favoreceu o Inter.
Valor elevado pesa na decisão
Durante entrevista à Rádio Guaíba, Bolívar destacou que o montante pedido pelo Cruzeiro, cerca de R$ 15 milhões, não condizia com o momento do clube gaúcho e nem com o desempenho recente do jogador.

O ex-zagueiro também levantou um ponto importante sobre o contexto da negociação. Para ele, o fato de o atleta estar disponível no mercado já indica uma certa desconfiança sobre seu nível de atuação.
— Se fosse tão interessante, não estaria sendo liberado. É um valor muito alto para o momento do clube — avaliou.
Necessidade de reforço segue no radar
Apesar de aprovar a decisão, Bolívar reconheceu que o Inter ainda precisa reforçar o sistema defensivo. O entendimento é de que a chegada de um novo zagueiro será fundamental para a sequência da temporada.
Segundo ele, a diretoria deve retomar a busca na próxima janela de transferências, mas com um perfil mais seguro e dentro da realidade financeira do clube.
Grupo atual e confiança em Pezzolano
Atualmente, o técnico Paulo Pezzolano conta com opções como Gabriel Mercado, Félix Torres, Victor Gabriel, Juninho e Clayton Sampaio para o setor defensivo. Mesmo assim, a avaliação interna aponta necessidade de maior consistência.
Bolívar reforçou a confiança no trabalho da comissão técnica e da direção, destacando que decisões mais cautelosas tendem a trazer melhores resultados no longo prazo.