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Simone Lourenço, coordenadora do Vasco, quer estádio exclusivo ao futebol feminino no Rio de Janeiro

Simone Lourenço, coordenadora do Vasco, quer estádio exclusivo ao futebol feminino no Rio de Janeiro

26/08/2026 20:04

De acordo com mandatária, já vem sendo feito um trabalho, inclusive, de forma política, visando que essa ideia seja colocada em prática Durante uma entrevista concedida ao Fut das Minas, Simone Lourenço, coordenadora de ...

De acordo com mandatária, já vem sendo feito um trabalho, inclusive, de forma política, visando que essa ideia seja colocada em prática

Durante uma entrevista concedida ao Fut das Minas, Simone Lourenço, coordenadora de futebol feminino do Vasco, deixou claro que vem trabalhando para que sua equipe, da mesma forma que outras do Rio de Janeiro, tenham um estádio para jogar:

“A gente tem um problema no Rio de Janeiro, que eu venho sinalizando isso com a CBF e com a FERJ, a gente tem problema de estádios. Então se vocês observarem, todos os femininos, exceto o Botafogo, vai jogar os grandes jogos no Luso”, iniciou.

É perto? É, mas isso existe um custo envolvido. Então assim, no meu olhar, a gente tem que resolver esse problema no Rio de Janeiro”, destacou.

“Às vésperas da Copa do Mundo, eu levei esse tema na reunião que nós tivemos essa semana até junto com o consulado americano. Eu trouxe isso, eu falei “gente, não é possível que o Rio de Janeiro para o futebol feminino”, salientou.

Vários times seriam beneficiados:

E não é só do Vasco, para o Flamengo, para o Fluminense, um palco para o feminino. E um palco que não seja tão caro, tão oneroso, mas que seja um local que a gente possa fazer os nossos jogos”, disse.

“Então, eu estou com esse olhar sim, pra mim isso é uma prioridade. Eu já venho trabalhando com isso, inclusive, politicamente, fazendo interfaces com a política estadual, municipal, com os secretários de esporte, explicou a coordenadora.

“Não para o Vasco, mas para o feminino, porque eu acho que a gente tem que ter espaços mais próprios nossos, então o meu sonho é que a gente consiga virar o ano, e no ano que vem, na Copa do Mundo, a gente ter um espaço”, continuou.

Fim dos aluguéis:

Em estádio que já existe, pra que a gente possa, esse semestre agora, trabalhar em melhorias pra esse estádio, pra que a gente possa ter ele mais disponível para o futebol feminino. E de uma forma financeiramente também viável, porque esses aluguéis são muito caros, então acaba que a gente perde muito dinheiro alugando os estádios, podendo usar esse dinheiro para outros bens para melhoras do futebol feminino”, finalizou.