Emily Lima, técnica do Corinthians, reprova decisões da arbitragem após jogo do Brasileirão Feminino
A comandante corinthiana deixou o gramado insatisfeita, criticando os critérios adotados, ainda mais na expulsão de Day Rodríguez Na última segunda-feira (3), o Corinthians superou o Flamengo por 1 a 0, no estádio Luso-B...
Na última segunda-feira (3), o Corinthians superou o Flamengo por 1 a 0, no estádio Luso-Brasileiro, pela 14ª rodada do Brasileirão Feminino, conseguindo reassumir a liderança da competição.
No entanto, mesmo com os 3 pontos conquistados e estando novamente no topo da tabela, Emily Lima, técnica do Timão, reprovou completamente a atuação da equipe de arbitragem.
A principal reclamação da comandante corinthiana foi sobre os critérios adotados durante a partida, ainda mais em decorrência do lance que gerou a expulsão da zagueira Day Rodríguez no segundo tempo.
Técnica do Corinthians desabafou:
“Eu acho que ela não soube utilizar bem os critérios dela porque os três primeiros lances do Flamengo, duas faltas na Jhon e uma na Zanotti, ela não usou o mesmo critério de amarelar. Aí a gente aceitaria o da Day, mesmo sendo com menos intensidade a falta. Mas a falta da expulsão nem existiu. Isso é que matou a gente. Ela nem existiu“, iniciou.
“Eu não gosto de falar de arbitragem. Acho que tenho que olhar muito para a nossa equipe, ajustar a nossa equipe e pensar nas nossas atletas. Mas, às vezes, eles vêm direcionados a alguma coisa. Não sei se a Débora veio direcionada a alguma coisa. Foi o primeiro jogo dela, se eu não me engano, no retorno da geladeira, e eu não acho que foi um bom jogo de retorno dela”, disse.
“Sorte que a gente sai com os três pontos e não foi prejudicado por isso devido à forma como a gente defendeu e jogou com espírito de equipe. Mas uma decisão mal tomada da arbitragem pode prejudicar todo um trabalho que a gente vem fazendo. É respeitar as atletas, a instituição e um trabalho”, afirmou, em entrevista na zona mista.
E o VAR?
Por fim, Emily Lima ainda falou sobre o VAR: “Eu acho que não nessa fase. Eu acho que o Campeonato Brasileiro já cabe um VAR. A gente fala muito em profissionalizar o futebol feminino e na evolução da modalidade. O VAR já cabe no Campeonato Brasileiro. A gente não pode esperar uma outra fase porque pode ser prejudicado em situações em que não existia o VAR dentro da mesma competição. Eu acho que o VAR tem que existir já em todas as competições do futebol feminino“, finalizou a técnica.