Os 20 capitães e líderes que podem carregar suas seleções na Copa de 2026
Conheça os líderes que vão guiar suas equipes no Mundial, visando o topo da competição A Copa do Mundo de 2026 reunirá algumas das maiores estrelas do futebol mundial, mas a responsabilidade de conduzir suas seleções vai...
A Copa do Mundo de 2026 reunirá algumas das maiores estrelas do futebol mundial, mas a responsabilidade de conduzir suas seleções vai muito além dos gols e das assistências. Em um torneio marcado pela pressão e por jogos decisivos, a liderança dentro de campo costuma ser um fator determinante para o sucesso das equipes.
Entre os principais líderes do Mundial estará o zagueiro Marquinhos, referência de uma geração brasileira que busca em recolocar o país no topo do futebol. Também aparece Lionel Messi, que pode disputar sua última Copa do Mundo carregando a experiência de quem já conquistou o título mais importante da carreira.
A lista ainda reúne nomes históricos e protagonistas da atualidade. Cristiano Ronaldo segue como símbolo de liderança para os portugueses, enquanto Kylian Mbappé representa uma França que chega novamente entre as favoritas. Entre veteranos e jovens estrelas, esses capitães terão a missão de guiar seus países na busca pela taça.
1) Marquinhos (Brasil)

Marquinhos chega à Copa do Mundo de 2026 como uma das principais lideranças da Seleção Brasileira e peça central da equipe comandada por Carlo Ancelotti. Capitão do Brasil, o zagueiro exerce uma influência que vai além do sistema defensivo, ajudando na organização tática, na comunicação dentro de campo e na integração dos jogadores mais jovens. Sua experiência em grandes competições o transformou em uma das vozes mais respeitadas do elenco.
A vivência acumulada em Mundiais também fortalece seu papel fora das quatro linhas. Após enfrentar momentos difíceis na Copa de 2022, Marquinhos demonstrou resiliência e maturidade para seguir como referência do grupo. O perfil sereno e a capacidade de manter o elenco unido fazem dele uma figura fundamental para o Brasil na busca pelo hexacampeonato.
2) Lionel Messi (Argentina)

Lionel Messi segue como o capitão e principal referência da Argentina na defesa do título mundial conquistado em 2022. Aos 38 anos, o camisa 10 já não depende tanto da explosão física, mas continua sendo o cérebro da equipe graças à sua visão de jogo, capacidade de criação e precisão nos passes. Sua presença em campo dá confiança a um grupo acostumado a competir em alto nível.
Mesmo com marcações cada vez mais fortes, Messi permanece decisivo. Seja em cobranças de falta, finalizações de média distância ou jogadas construídas em espaços reduzidos, o craque continua capaz de resolver partidas. Em sua provável última Copa do Mundo, chega mais experiente e sem a pressão que o acompanhou durante boa parte da carreira.
3) Kylian Mbappé (França)

Kylian Mbappé chega à Copa do Mundo de 2026 como o principal líder técnico da França e um dos maiores protagonistas do futebol mundial. Campeão em 2018 e destaque absoluto na campanha de 2022, o atacante do Real Madrid reúne velocidade, técnica e poder de decisão que o tornam uma ameaça constante para qualquer defesa.
Além do talento individual, Mbappé assumiu o papel de capitão e referência da nova geração francesa. Com 12 gols marcados em Copas do Mundo, ele também persegue marcas históricas no torneio. Sua capacidade de decidir partidas em poucos lances faz dele a principal esperança dos Bleus na luta por mais um título.
4) Harry Kane (Inglaterra)

Harry Kane desembarca no Mundial como o maior artilheiro da história da seleção inglesa e uma das lideranças mais importantes do elenco. Além dos gols, o atacante se destaca pela capacidade de participar da construção das jogadas, recuando para distribuir passes e abrir espaços para os companheiros.
Sua experiência em torneios internacionais e o papel de capitão ajudam a dar estabilidade à Inglaterra nos momentos decisivos. Kane combina inteligência tática, eficiência dentro da área e liderança, características que fazem dele a principal referência ofensiva dos ingleses na busca pelo título.
5) Cristiano Ronaldo (Portugal)

Aos 41 anos, Cristiano Ronaldo se prepara para disputar a sexta Copa do Mundo de sua carreira. Mesmo longe do auge físico, o atacante continua sendo uma figura central na seleção portuguesa graças à sua experiência, competitividade e histórico de grandes atuações em jogos decisivos.
O sonho de conquistar uma Copa do Mundo segue sendo o principal objetivo do craque, que já venceu a Eurocopa e a Liga das Nações por Portugal. Como capitão, Ronaldo lidera uma geração talentosa e mantém a capacidade de influenciar partidas, seja pelos gols, seja pela força mental que transmite ao grupo.
6) Joshua Kimmich (Alemanha)

Joshua Kimmich chega à Copa como uma das principais referências da Alemanha e uma das lideranças do elenco comandado por Julian Nagelsmann. Seja atuando como lateral ou meio-campista, o jogador do Bayern de Munique exerce papel fundamental na organização da equipe e na construção das jogadas.
Sua visão de jogo, qualidade nos passes e inteligência tática permitem que a Alemanha mantenha o controle das partidas. Além disso, Kimmich costuma assumir responsabilidades em bolas paradas e serve como elo entre defesa e ataque, consolidando-se como uma das peças mais importantes dos alemães.
7) Rodri (Espanha)

Rodri foi escolhido como capitão da Espanha e chega ao Mundial como o principal líder de uma geração repleta de jovens talentos. Considerado um dos melhores meio-campistas do mundo, o volante do Manchester City é responsável por dar equilíbrio ao time e controlar o ritmo das partidas.
Sua capacidade de proteger a defesa, recuperar bolas e iniciar ataques faz dele a peça central do sistema espanhol. Além da qualidade técnica, Rodri oferece experiência e tranquilidade em momentos decisivos, características fundamentais para uma equipe que sonha em voltar ao topo do futebol mundial.
8) Luka Modrić (Croácia)

Mesmo aos 40 anos, Luka Modrić continua sendo a principal referência da Croácia. Capitão da equipe e vencedor da Bola de Ouro de 2018, o meio-campista disputará sua quinta Copa do Mundo carregando a responsabilidade de liderar uma geração que marcou época no futebol croata.
Dentro de campo, Modrić segue fazendo a diferença pela inteligência tática, qualidade nos passes e capacidade de controlar o ritmo do jogo. Fora dele, sua experiência ajuda a orientar os jogadores mais jovens e a manter a confiança da equipe nos momentos de maior pressão.
9) Tim Ream (Estados Unidos)

Tim Ream foi escolhido por Mauricio Pochettino para ser o capitão dos Estados Unidos na Copa do Mundo disputada em casa. Aos 38 anos, o experiente zagueiro traz ao grupo uma bagagem construída ao longo de muitos anos atuando em alto nível, principalmente no futebol inglês.
Sua liderança é considerada fundamental para uma equipe que mistura juventude e talento. Ream organiza o sistema defensivo, transmite segurança aos companheiros e permite que jogadores mais ofensivos tenham liberdade para atacar, tornando-se uma peça importante na estrutura americana.
10) Virgil van Dijk (Holanda)

Virgil van Dijk segue como a grande referência da seleção holandesa e um dos defensores mais respeitados do futebol mundial. Capitão da equipe, ele se destaca pela imponência física, pela leitura de jogo e pela capacidade de comandar a linha defensiva com autoridade.
Além da segurança que oferece na marcação, Van Dijk exerce papel de liderança constante dentro de campo. Sua experiência ajuda a orientar os jogadores mais jovens e a manter a organização da equipe em momentos de pressão, algo essencial em uma competição como a Copa do Mundo.
11) Federico Valverde (Uruguai)

Federico Valverde chega ao Mundial como o principal símbolo da nova geração uruguaia após os ciclos de Luis Suárez e Edinson Cavani. O meio-campista do Real Madrid se destaca pela intensidade, versatilidade e capacidade de participar de todas as fases do jogo.
Aos 27 anos, vive o auge da carreira e assume pela primeira vez o posto de principal liderança técnica do Uruguai em uma Copa do Mundo. Sua qualidade nos passes, força física e chegada ao ataque fazem dele o jogador mais importante da equipe celeste.
12) Edson Álvarez (México)

Capitão da seleção mexicana, Edson Álvarez chega à Copa do Mundo como o principal responsável pelo equilíbrio tático da equipe. Atuando como volante, ele protege a defesa, recupera bolas e ajuda a iniciar as jogadas com passes seguros e boa leitura de jogo.
Sua versatilidade também representa um diferencial importante. Capaz de atuar entre os zagueiros ou no meio-campo, Álvarez oferece alternativas ao técnico Javier Aguirre e garante maior estabilidade ao sistema defensivo mexicano em partidas de alto nível.
13) Mohamed Salah (Egito)

Mohamed Salah é o grande astro e capitão da seleção egípcia para a Copa do Mundo de 2026. Mesmo sem viver o auge da carreira, o atacante continua sendo a principal referência técnica da equipe graças à experiência acumulada em grandes competições e ao histórico de conquistas pelo Liverpool.
Sua velocidade, capacidade de finalização e liderança seguem sendo fundamentais para o Egito. Além dos gols, Salah tem a responsabilidade de conduzir uma seleção que deposita grande parte de suas esperanças em sua qualidade para competir contra adversários mais fortes.
14) James Rodríguez (Colômbia)

James Rodríguez continua sendo o principal líder técnico da Colômbia, mesmo em uma fase menos brilhante no futebol de clubes. O meia voltou a mostrar seu talento na Copa América de 2024 e chega ao Mundial como a principal referência criativa da equipe.
Com visão de jogo privilegiada e qualidade nos passes, James é o responsável por organizar o setor ofensivo colombiano. Sua experiência e capacidade de crescer em grandes torneios fazem dele uma peça essencial para as ambições da seleção cafetera.
15) Achraf Hakimi (Marrocos)

Achraf Hakimi é o principal nome da seleção marroquina e um dos melhores laterais-direitos do mundo. Sua capacidade de participar tanto da defesa quanto do ataque faz dele uma peça indispensável para uma equipe que busca repetir o sucesso alcançado em 2022.
A velocidade e a força nas transições ofensivas transformam Hakimi em uma das principais armas de Marrocos. Mesmo cercado por preocupações físicas após lesão recente, ele continua sendo o jogador mais influente do elenco e a principal liderança da equipe.
16) Gustavo Gómez (Paraguai)

Gustavo Gómez chega à Copa do Mundo como o grande líder da seleção paraguaia e símbolo da garra característica da Albirroja. Capitão também no Palmeiras, o zagueiro leva para a equipe nacional a experiência acumulada em anos de sucesso no futebol sul-americano.
Além da segurança defensiva, Gómez se destaca pela liderança e pela capacidade de inspirar os companheiros. Em sua primeira participação em Copas do Mundo, será uma das principais esperanças do Paraguai para tentar surpreender no torneio.
17) Son Heung-min (Coreia do Sul)

Son Heung-min segue como o principal astro e capitão da Coreia do Sul. O atacante, que construiu grande parte da carreira no futebol inglês, combina velocidade, mobilidade e qualidade técnica para liderar o setor ofensivo da seleção asiática.
Além de ser a principal referência dentro de campo, Son também exerce papel importante como líder do grupo. Sua experiência internacional e capacidade de decidir partidas fazem dele a principal esperança sul-coreana para avançar novamente às fases eliminatórias.
18) Alphonso Davies (Canadá)

Alphonso Davies é o principal nome da seleção canadense e chega ao Mundial como a grande esperança do país anfitrião. Atuando como lateral ou ala, o jogador se destaca pela velocidade impressionante e pela capacidade de quebrar linhas defensivas com arrancadas em alta intensidade.
Apesar de uma lesão recente gerar preocupação, Davies continua sendo o líder técnico da equipe. Sua presença oferece ao Canadá qualidade tanto nas ações ofensivas quanto na recomposição defensiva, tornando-o indispensável para os planos da seleção.
19) Kalidou Koulibaly (Senegal)

Kalidou Koulibaly foi confirmado como capitão de Senegal e permanece como a principal liderança da equipe africana. O experiente zagueiro reúne força física, qualidade na marcação e uma trajetória consolidada no futebol internacional.
Além da importância defensiva, Koulibaly exerce papel fundamental na organização da equipe e na orientação dos companheiros. Sua experiência em grandes competições ajuda Senegal a sonhar com uma campanha histórica no Mundial.
20) Wataru Endo (Japão)

Wataru Endo chega à Copa do Mundo como capitão e principal referência do meio-campo japonês. Conhecido pela forte marcação, inteligência tática e capacidade de equilibrar o time nas duas fases do jogo, ele desempenha papel essencial no esquema de Hajime Moriyasu.
Sua liderança e visão de jogo ajudam o Japão a manter a organização característica da equipe. Embora tenha convivido com problemas físicos recentemente, Endo continua sendo a principal engrenagem das transições ofensivas e defensivas dos japoneses.