Brasil triplica gols na saída de bola adversária desde a entrada de Rayan no lugar de Raphinha
Desde que assumiu a titularidade, a Seleção Brasileira aumentou a "agressividade" de marcação na saída de bola do adversária O gol de Martinelli desafogou a Seleção Brasileira em uma virada sobre o Japão que garantiu a c...
O gol de Martinelli desafogou a Seleção Brasileira em uma virada sobre o Japão que garantiu a classificação às oitavas de final. Mas além da finalização em si do atacante do Arsenal, outra ação que pode ter passado despercebido foi a participação ativa de Rayan.
Ao pressionar Tanaka na saída de bola do Japão, ele conseguiu roubar e passar para Bruno Guimarães. Com categoria, o volante deixou Gabriel Martinelli na cara do goleiro Suzuki. Mas esta atitude do ex-Vasco não é uma surpresa desde que ganhou espaço no time de Ancelotti, muito pelo contrário.
De acordo com o levantamento do Bolavip Brasil, houve um aumento de 200% da criação de jogadas perigosas após pressão na saída de bola desde a entrada de Rayan entre os 11 titulares.
Mudança no ataque aumenta intensidade do Brasil
Nos últimos jogos, a mudança na postura agressiva da Seleção Brasileira para pressionar e tentar recuperar a bola vem chamando a atenção. Curiosamente, esta melhora acontece após Rayan assumir a vaga de Raphinha.
Com o jogador do Barcelona em campo, o Brasil apenas conseguiu marcar uma vez em jogada iniciada por pressão pós-perda. Já na segunda etapa frente os próprios haitianos, o ex-Vasco ganhou uma chance importante, algo que se seguiu para o duelo contra os escoceses.
Nesses dois jogos, o Brasil marcou três gols gerados após uma recuperação na saída de bola adversária, sendo dois contra a Escócia e um contra o Japão. Nesses três lances, o que chama a atenção é que Rayan foi o atleta que conseguiu ganhar a posse e dar sequência na jogada.
Situação de Raphinha na Copa do Mundo
Além dos lances que terminaram em gols, o atacante do Bournemouth também teve participação ativa em outras jogadas perigosas. Vale destacar que a troca aconteceu não por opção de Ancelotti, mas sim devido a uma lesão constatada no músculo posterior da coxa direita de Raphinha.
Ainda que não tenha sido cortado, o atleta do Barcelona não viajou ara o Texas e permaneceu em Nova Jersey durante o jogo do Brasil contra o Japão. De acordo com o GE, ele vem fazendo um tratamento intensivo, mas sem chances de retornar para as oitavas de final.