Lingard e Carrillo entram na reta final de contrato: vale a pena renovar?
Com contratos até dezembro, dupla vive momentos distintos e chega à reta final sob questionamentos da torcida Jesse Lingard e André Carrillo vivem os últimos meses de contrato com o Corinthians. Os dois têm vínculo com o...
Jesse Lingard e André Carrillo vivem os últimos meses de contrato com o Corinthians. Os dois têm vínculo com o clube até 31 de dezembro de 2026 e já podem assinar pré-contrato com outras equipes. A diretoria, portanto, terá que avaliar nos próximos meses a situação dos dois jogadores.
A situação de Carrillo é a mais delicada. Aos 35 anos, o volante perdeu espaço em 2026 e foi titular em apenas 13 dos 32 jogos que disputou. Além disso, vem sendo criticado por atuações abaixo do esperado. O peruano ainda é visto como uma peça experiente para o elenco, mas já não tem o mesmo protagonismo de temporadas anteriores.
Lingard também é alvo de questionamentos. O inglês disputou 23 partidas em 2026, marcou dois gols e deu uma assistência, mas ainda não conseguiu apresentar a regularidade esperada. Na derrota por 2 a 0 para o Internacional, pela Copa do Brasil, sua entrada no segundo tempo foi bastante criticada pela torcida.
Carrillo precisa mais do que história no Corinthians
Carrillo construiu uma relação positiva com a Fiel e teve momentos importantes desde que chegou ao clube. Isso, porém, não deveria pesar sozinho em uma eventual renovação. Aos 35 anos e com perda de espaço, o Corinthians precisa avaliar o desempenho atual do volante e o papel que ele pode exercer no elenco.
O momento também exige cautela por parte da diretoria. Carrillo ainda pode ser útil pela experiência, principalmente em jogos como da Libertadores e Brasileirão, mas a queda de protagonismo e as críticas recentes colocam em dúvida a continuidade do ciclo.
Lingard ainda pode mudar o cenário
Lingard vive uma situação diferente por estar em sua primeira temporada no Corinthians. O meia-atacante ainda tem a reta final do ano para mostrar evolução e conquistar mais espaço.
Seu contrato possui, inclusive, uma cláusula de renovação automática até 2027 caso metas de desempenho sejam atingidas. Uma delas propõe que ele atue em pelo menos metade das partidas do time, sempre por 45 minutos ou mais.
A reta final da temporada, portanto, terá peso importante nas decisões do clube sobre o futuro de ambos. Com os dois contratos próximos do fim, desempenho, participação no elenco e custo-benefício devem ser considerados antes de qualquer definição sobre o futuro dos jogadores.