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Técnico da Espanha descarta favoritismo e pede paciência com Yamal

Técnico da Espanha descarta favoritismo e pede paciência com Yamal

14/07/2026 15:06

Luis de la Fuente minimizou o rótulo de favotira para a semifinal da Copa do Mundo contra a França O técnico da Espanha afirmou que não se importa com o rótulo de favorito que Didier Deschamps, técnico da França, lhe deu...

Luis de la Fuente minimizou o rótulo de favotira para a semifinal da Copa do Mundo contra a França

O técnico da Espanha afirmou que não se importa com o rótulo de favorito que Didier Deschamps, técnico da França, lhe deu. Durante a coletiva, ele falou sobre o assunto. “Para mim, na prática, isso não tem importância nem peso. Não decide nada. A realidade é que vamos enfrentar seleções fortes, como na outra semifinal.”

“Honestamente, não entendo essa história de favoritismo. Sinto um clima meio tenso, mas isso não muda nada. A pressão vem da responsabilidade que temos com nós mesmos, com o país, com a família e com nosso povo”, ressaltou o treinador.

Ao ser questionado sobre o desempenho de Lamine Yamal, o técnico pediu que se mantenha a calma e disse que o atacante ainda deve ter um grande momento nesta Copa do Mundo. O jogador, que acabou de completar 19 anos, tem atuado de forma discreta.

Será ele o nome do Mundial?

Importante lembrar que o atleta chegou ao torneio sem estar totalmente recuperado fisicamente. Ele marcou um gol no Mundial, na goleada por 4 a 0 sobre a Arábia Saudita, ainda na fase de grupos.

“Calma. Ele já é maior de idade, tem 19 anos e alguma bagagem no futebol. Que curta, que deixe a ansiedade de lado. O grande dia dele deve acontecer aqui no Mundial. Tomara que seja amanhã, ou na final, se conseguirmos avançar”, disse o técnico.

Planejamento definido?

Sem revelar a tática para o jogo, De La Fuente disse que espera um confronto com perigo pelos contra-ataques. “São partidas distintas. Amanhã é outra semifinal. Sempre aprendemos e tiramos lições. Vamos repetir os cenários que deram certo e evitar os que não deram, como os últimos 15 minutos, quando passamos por um momento muito ruim.”

“Vamos trabalhar para que essas falhas não voltem a acontecer. Isso é o que a teoria prevê; na prática, veremos em campo quem conseguirá impor seu estilo. São estilos opostos, e contra-ataques são extremamente perigosos”, concluiu.