Artur detalha parceria com Roger Machado e revela como será acionado no esquema tático do São Paulo
Atacante foi apresentado oficialmente no Tricolor e abordou sua principal missão: recuperar a confiança. Roger será fundamental pelo histórico que tem com Artur O Artur foi apresentado pelo São Paulo na segunda-feira (30...
O Artur foi apresentado pelo São Paulo na segunda-feira (30) e chegou expondo sua empolgação, mas o dado relevante está menos no entusiasmo protocolar e mais no reencontro com Roger Machado, técnico sob cujo comando já produziu o que dele se espera: desempenho.
Artur fala em retomar a confiança. Tradução: precisa provar que ainda é o jogador que já foi. Entretanto, durante a sua entrevista coletiva, o atacante detalhou como pode ser acionado de forma assertiva.
“O Roger sempre gostou de jogar com esse atacante de beirada de campo, agudo, que tenta o drible, de finalizar e eu acho que eu vou encaixar muito bem nesse tipo dele, pessoalmente. De ir para cima, não ter medo. Acho que a característica principal é de ir para cima, não ter medo de arriscar mesmo acertando ou errando, mas continuar tentando”, explicou o atacante.
Artur tem preferência, mas não escolhe posição
De acordo com o jornalista Alexsander Vieira, do Bolavip Brasil, a chegada de Artur, de fato, provocou mudanças na ideia de jogo de Roger Machado, e o treinador fará mudança tática na equipe do Tricolor Paulista.
Embora tenha preferências de como pode ser escalado, o novo camisa 37 do Clube da Fé deixou claro que está à disposição para qualquer empreitada estratégica no time de Roger.
“Estou aqui para ajudar o São Paulo. O que puder fazer, vou fazer. Já atuei por dentro, do lado esquerdo. Agradecer à torcida pelo carinho, recebi muitas mensagens e estou ansioso, eufórico para encontrar essa torcida maravilhosa o mais rápido possível”, declarou o reforço são-paulino.
Histórico de Artur na parceria com Roger Machado

Roger Machado não apenas participou da negociação. Interveio. Ligou para Artur, gesto que, no futebol, costuma dizer mais do que qualquer coletiva. Trabalharam juntos no Palmeiras e no Bahia, somando 44 partidas onde o atacante marcou oito gols e realizou quatro assistências. Números que não impressionam, mas tampouco desautorizam.