Quem são, onde jogam: As 20 jogadoras mais importantes da Seleção Brasileira Feminina
Conheça as principais jogadoras da Seleção Brasileira Feminina, saiba onde elas atuam atualmente e os destaques de suas trajetórias A Seleção Brasileira Feminina reúne algumas das principais jogadoras do futebol mundial....
A Seleção Brasileira Feminina reúne algumas das principais jogadoras do futebol mundial. Entre nomes experientes e atletas que vêm ganhando espaço, o elenco conta com diferentes perfis e trajetórias no esporte.
Ao longo dos anos, essas jogadoras construíram carreiras de destaque por clubes do Brasil e do exterior. Além da experiência com a camisa da Seleção, muitas também acumulam passagens importantes por equipes de diferentes países.
Mas você sabe onde estão essas atletas atualmente? A seguir, confira quem são 20 das principais jogadoras brasileiras, os clubes que defendem e um pouco mais sobre suas trajetórias no futebol.
20) Lorena (Goleira)

Uma das principais jogadoras da seleção feminina, a goleira Lorena assinou contrato de três temporadas com o Kansas City Current, dos Estados Unidos, em dezembro de 2024. Logo em seu primeiro ano na NWSL, em 2025, ela reescreveu os livros de recordes, faturando o prêmio de Melhor Goleira do Ano da liga e ajudando a equipe a conquistar o NWSL Shield. A jogadora realizou o sonho de atuar em uma liga internacional e brilha na liga americana, considerada uma das mais fortes do mundo.
Lorena foi uma das grandes artífices na conquista da medalha de prata pela seleção brasileira nos Jogos Olímpicos de Paris, em 2024. A goleira foi titular nos seis jogos da equipe na disputa e atuou por 540 minutos com participação decisiva. No Tricolor gaúcho foram seis temporadas marcadas por grandes exibições e dois títulos gaúchos. Nascida em Ituverava (SP), Lorena também registrou passagens pelo Centro Olímpico e pelo Sport Recife no início de sua trajetória no futebol.
19) Lelê (Goleira)

Letícia Izidoro (Lelê) é uma das grandes referências de segurança defendendo o Corinthians, clube onde conquistou múltiplos títulos e mantém uma regularidade impressionante no cenário sul-americano. Seu momento atual é de forte concorrência interna, mantendo-se sempre pronta e atuando em altíssimo nível para suprir qualquer exigência da meta nacional.
Pela Seleção Brasileira, Lelê acumula convocações de longa data e participações cruciais em torneios continentais e amistosos de preparação. Embora tenha enfrentado concorrência acirrada e períodos de reabilitação física, ela segue como um dos pilares de confiança e experiência da comissão técnica da Amarelinha.
18) Lauren (Lateral)

Lauren nasceu em Votorantim, cidade localizada no interior do estado de São Paulo, e atua na seleção brasileira desde as categorias de base. A atleta foi convocada pela primeira vez em 2018 para a seleção sub-17 (pela qual disputou a Copa do Mundo da categoria). Em 2021, Lauren passou a ser chamada para a categoria sub-20 e, no mesmo ano, também recebeu sua primeira convocação para a seleção principal.
Ela ajudou o Brasil na conquista do terceiro lugar da Copa do Mundo Sub-20 de 2022, sendo essa a melhor campanha da história da seleção no campeonato. No ano de 2023, foi a mais jovem convocada pela técnica sueca Pia Sundhage para a Copa do Mundo FIFA, fazendo sua estreia no torneio diante do Panamá. A zagueira foi medalhista de prata com o Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris em 2024. Atualmente, ela defende o Atlético de Madrid, mas também acumula passagens pelo São Paulo, Madrid CFF e Kansas City Current.
17) Bruninha (Lateral)

A lateral-direita, de 24 anos, vive a expectativa para os grandes desafios com a Seleção Brasileira Feminina. Uma das jogadoras mais jovens do grupo, a atleta atualmente defende o Gotham FC de NJ/NY, clube da liga norte-americana. Bruninha se prepara para os próximos desafios e também sonha em defender a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2027, que será realizada no Brasil.
Bruninha passou por todas as categorias de base da Seleção Brasileira. Ao longo de sua trajetória, conquistou títulos como o Sul-Americano Sub-17, em 2018, e o Sul-Americano Sub-20, em 2022, além de ter disputado as Copas do Mundo Sub-17 e Sub-20. Em 2023, foi a segunda jogadora mais jovem convocada para a Copa do Mundo, disputada na Austrália e Nova Zelândia.
16) Yasmim (Lateral)

A lateral-esquerda da Seleção Brasileira feminina de futebol, Yasmim Ribeiro, medalhista de prata nas Olimpíadas de Paris, foi anunciada no início de 2025 como nova contratação do Real Madrid. A jogadora saiu do Corinthians após cinco temporadas e chegou ao clube espanhol para sua segunda experiência na Europa – ela já havia defendido o Benfica entre 2018 e 2020. Em meados de 2026, após sofrer uma grave lesão de ligamento no joelho, Yasmim encerrou amigavelmente seu ciclo no clube merengue para focar em sua cirurgia e reabilitação no Brasil.
Yasmim nasceu em Governador Valadares (MG), mas morou por anos em Pouso Alegre. Foi na cidade sul-mineira que ela começou a jogar futebol. Pelo Timão, ela se tornou a maior vencedora da história do clube, conquistando ao todo 19 títulos, sendo quatro da Copa Libertadores Feminina, seis Campeonatos Brasileiros, três Supercopas do Brasil, cinco Campeonatos Paulistas e uma Copa do Brasil. Desde 2021, ela faz parte da seleção brasileira absoluta.
15) Rafaelle (Zagueira)

Rafaelle é uma das jogadoras mais experientes da seleção brasileira. A garota que saiu do interior da Bahia disputou as maiores competições do mundo e atuou nos principais estádios do planeta. Tinha 15 anos quando disputou pela primeira vez a Copa do Brasil. Foi o suficiente para chamar a atenção da seleção brasileira e ser convocada ao time sub-17. Em 2022, recebeu a braçadeira de capitã do time nacional.
A primeira parada com a seleção permanente do Brasil aconteceu na Copa do Mundo de 2015. A competição marcou a afirmação de Rafa como titular e a transformação em zagueira. Ela se transferiu para o futebol chinês e, já em 2021, a pandemia acelerou seu retorno ao futebol brasileiro, emprestada ao Palmeiras. Atualmente joga pelo Orlando Pride da National Women’s Soccer League, clube com o qual renovou contrato até 2028. A dela é uma história exemplar não apenas por seus feitos esportivos: não abdicou de seus estudos, formou-se como engenheira civil, com reconhecimento por sua excelência acadêmica no sistema universitário dos Estados Unidos.
14) Tarciane (Zagueira)

A zagueira nascida em Belford Roxo (RJ) se destacou como jogadora do Corinthians. Em abril de 2024, ela foi vendida ao Houston Dash, dos Estados Unidos, por R$ 2,59 milhões, a maior negociação já feita por um clube brasileiro no futebol feminino até então. Apesar de histórica, a passagem pelo clube norte-americano durou pouco, já que em fevereiro de 2025 Tarciane foi anunciada pelo maior vencedor da Champions feminina, o octacampeão Lyon.
A defensora de 23 anos foi um dos destaques da seleção brasileira na conquista da medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Paris 2024 e esteve entre as 25 melhores jogadoras do mundo na Bola de Ouro daquele ano. Ela é mais um nome que promete se consolidar entre a nova geração de jogadoras de futebol que sonha com a Copa do Mundo de 2027.
13) Isa Haas (Zagueira)

Uma das apostas recentes do treinador. Isadora Haas Gehlen nasceu em Montenegro (RS) e, desde sua estreia profissional em 2017, ela jogou principalmente pelo Internacional de Porto Alegre (por 6 temporadas), além de uma breve passagem pelo Sevilla, da Espanha. Após uma grande temporada pelo Cruzeiro em 2025, foi protagonista de uma transferência histórica para o futebol mexicano, defendendo atualmente o Club América.
Isa foi convocada pela primeira vez para a seleção brasileira de base em 2017 e foi campeã do Campeonato Sul-Americano Sub-17, onde foi capitã em todos os jogos que disputou no torneio. Ela já havia sido convocada no final do ano de 2024 para amistosos contra a Austrália, mas foi ao longo das últimas temporadas que se consolidou na equipe principal, fazendo parte inclusive da campanha campeã da Copa América. Sua participação tem sido importante, demonstrando a confiança que o técnico Arthur Elias tem na sua experiência e qualidade dentro de campo, onde desponta como uma das grandes defensoras do time.
12) Ana Vitória (Meia)

Ana Vitória nasceu em Rondonópolis, cidade localizada no interior do estado de Mato Grosso. Aos oito anos de idade, seus pais a apresentaram ao seu clube favorito, o União Esporte Clube, que a dispensou por não ter uma equipe feminina. Em 2017, a jogadora ingressou no Corinthians, onde marcou um gol nos pênaltis na final da Copa Libertadores e, assim, chegou à conquista do título.
Em janeiro de 2019, Ana Vitória anunciou sua mudança para o Benfica, clube de Portugal. De lá, ela pularia para o PSG e, em janeiro de 2024, foi contratada pela equipe espanhola do Atlético de Madrid. Após sua passagem pela Europa, a meio-campista acertou o seu retorno ao futebol brasileiro no início de 2026, vestindo novamente a camisa das Brabas do Corinthians. Ela é mais uma das jogadoras formadas nas categorias de base da Seleção Brasileira, tendo sido convocada para a equipe principal pela primeira vez em 2020. Em 2023, participou da Copa do Mundo da Austrália e Nova Zelândia e também foi medalhista de prata nos Jogos Olímpicos de Paris.
11) Duda Sampaio (Meia)

Com 25 anos, Duda Sampaio se tornou um dos pilares da Seleção Brasileira sob o comando de Arthur Elias. O treinador conhece bem a atleta: foi o responsável por levá-la ao Corinthians em 2023 após passagens por América Mineiro, Cruzeiro e Internacional. No mesmo ano, ela foi convocada para a Copa do Mundo Feminina, mas foi nos Jogos Olímpicos de Paris 2024 que se firmou como peça fundamental da Amarelinha, participando de toda a campanha da medalha de prata. Agora, consolidada, segue em total evidência para este ciclo.
O ano de 2022 de Duda ainda foi marcado por prêmios individuais de peso, quando foi eleita a melhor de sua posição no Brasileiro e a principal jogadora do torneio pelo Internacional. Com papel e importância crescentes dentro do elenco nacional, suas atuações de gala a coroaram com o bicampeonato da Copa América. Em grande fase pelas Brabas do Corinthians, ela desponta como o cérebro do meio-campo brasileiro rumo ao objetivo maior: a Copa do Mundo de 2027, que será disputada no Brasil.
10) Tamires (Meia)

Amplamente reconhecida como uma das melhores laterais-esquerdas do mundo, Tamires nasceu em Caeté, Minas Gerais, e começou no futebol ainda jovem, mostrando desde cedo um talento natural. É admirada por sua velocidade impressionante, habilidade de drible refinada e cruzamentos precisos, características que a tornaram indispensável tanto no Corinthians, quanto na Seleção Brasileira.
Com uma carreira sólida, ela acumulou experiência internacional ao defender o Fortuna Hjørring, da Dinamarca, antes de se transferir para o Timão, onde sua presença em campo é sempre notável e vitoriosa. Além de suas habilidades técnicas inquestionáveis, Tamires é uma das principais lideranças veteranas que servem de espelho e guiam a nova geração de jogadoras, elevando o futebol feminino brasileiro a novos patamares de reconhecimento e respeito mundial.
9) Vitória Yayá (Meia)

É um dos pilares do meio-campo da Seleção. A jogadora Vitória Ferreira Silva, que ganhou o apelido em referência ao craque marfinense Yaya Touré, é uma das grandes realidades do futebol feminino brasileiro. Nascida em Suzano e criada em Ferraz de Vasconcelos, cidades na Grande São Paulo, ela jogou pelo São Paulo e pelo Santos. Após uma grande passagem pelo Corinthians, Yaya despertou o interesse internacional e atualmente defende o Paris Saint-Germain.
Com apenas dezessete anos, Yaya foi convocada pela primeira vez para a Seleção Brasileira pela técnica Pia Sundhage em 2019. A partir daquele momento, ela passou a ser constantemente observada para o time nacional, mas seu grande ponto de virada na carreira foi a consolidação e a conquista da medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Paris, em 2024.
8) Angelina (Meia)

Para quem acompanha futebol feminino, Angelina não chega a ser uma atleta nova. Aos 26 anos, ela foi revelada nas categorias de base do Vasco, profissionalizou-se pelo Santos, jogou no Palmeiras e, desde 2021, atua no futebol dos Estados Unidos. Titular da Seleção na conquista da Copa América de 2022, ela sofreu uma grave lesão na final e ficou quase um ano afastada dos gramados.
Presente em Paris 2024, foi titular diante da Espanha na semifinal e ajudou o Brasil a carimbar a medalha de prata. Defendendo o Orlando Pride desde a temporada de 2024, a atleta esteve anteriormente por três temporadas no OL Reign, onde ela se destacou pela importância de jogar em uma das ligas mais fortes do mundo. Sua fisicalidade e características de alto desempenho fazem dela uma peça fundamental para o meio-campo.
7) Adriana (Atacante)

Adriana Leal da Silva é uma das atacantes mais talentosas e consagradas do futebol brasileiro. Depois de se consolidar em altíssimo nível pelo Corinthians, onde empilhou taças, ela se transferiu para os Estados Unidos e tem se destacado como uma das principais jogadoras do Orlando Pride na NWSL. Suas grandes atuações no cenário internacional e com a camisa da Seleção Brasileira a transformaram em uma referência global de velocidade e faro de gol.
A trajetória da atacante é marcada por feitos históricos. Ela orgulhosamente se tornou a primeira mulher piauiense a conquistar uma medalha olímpica no futebol, faturando a prata nos Jogos de Paris 2024. Além disso, foi peça fundamental na campanha histórica do Orlando Pride que conquistou o título inédito da NWSL, consolidando sua importância em uma das ligas mais competitivas e fortes do planeta.
6) Gabi Nunes (Atacante)

Gabi começou a carreira no Osasco Audax, mas foi no Corinthians em que ganhou destaque, ao conquistar duas Copas Libertadores, dois Campeonatos Brasileiros, dois Campeonatos Paulistas e uma Copa do Brasil. Em 2021, ela chegou à Espanha, vendida ao Madrid CFF por duas temporadas. Até 2024, fez parte do time espanhol Levante UD, jogou a temporada seguinte pelo Aston Villa na Women’s Super League e teve uma breve passagem pelo Orlando Pride. Em setembro de 2026, a atacante acertou seu retorno à Espanha, assinando contrato para defender o Atlético de Madrid.
A nascida em São Paulo foi uma das integrantes do elenco que conquistou um resultado histórico para o Brasil nos Jogos Olímpicos da França, com uma nova medalha de prata depois de 16 anos. Ela marcou o único gol na estreia da Seleção, contra a Nigéria. Ela faz parte da seleção brasileira desde 2016.
5) Gio Garbelini (Atacante)

Gio nasceu em São Paulo em 2003 e, em 2007, mudou-se para Weston, na Flórida, com sua família. Em 2014, eles se mudaram para Madri, onde ela fez parte das categorias de base do Atlético de Madrid até 2017. A atacante começou sua carreira adulta em 2018 no Madrid CFF e, em 2020, o FC Barcelona anunciou a sua contratação por três temporadas. Mas, em 2021, ela foi emprestada ao Levante. Sua carreira internacional continuou no Arsenal inglês, até que, em agosto de 2024, ela retornou ao seu clube de formação: o Atlético de Madrid.
Gio foi convocada duas vezes para a seleção sub-17 dos Estados Unidos, também foi chamada para representar a seleção sub-17 da Espanha e, em fevereiro de 2020, foi convocada pela Seleção Brasileira principal. Ela estreou no intervalo da vitória por 8 a 0 no amistoso contra o Equador e fez parte da equipe que participou dos Jogos Olímpicos de Tóquio. Após dois anos sem defender a equipe principal do Brasil por conta de lesões e falta de continuidade em seus antigos clubes, ela voltou a ganhar espaço com o técnico Arthur Elias, consolidando seu retorno definitivo aos gramados e firmando-se como peça importante no ciclo da Amarelinha.
4) Gabi Portilho (Atacante)

A atacante Gabi Portilho, natural de Brasília, começou a carreira no Fut Art. Posteriormente, jogou por equipes como Fluminense, Olímpia, Jaraguá e Joinville. Fora do país, Gabi defendeu o Madrid CFF por sete meses, mas, ao retornar ao Brasil, reencontrou seu melhor futebol e empilhou títulos históricos, comprovando seu nível de elite mundial desde sua chegada ao Corinthians, onde joga desde 2020.
Em abril de 2017, ela chegou a receber sua primeira convocação para a Seleção principal, mas sua estreia oficial em campo com a Amarelinha aconteceu apenas em 2022. Um dos momentos mais marcantes de sua trajetória ocorreu nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, quando marcou o gol decisivo que classificou o Brasil para as semifinais contra a França, selando a primeira vitória da história das brasileiras contra a seleção francesa e conduzindo o país à medalha de prata.
3) Ludmila (Atacante)

Ludmila foi campeã de atletismo na juventude, tendo começado a jogar futebol relativamente tarde, aos 15 anos. A jogadora foi notada por um olheiro do CA Juventus e, depois, passou por São Caetano, Portuguesa, Rio Preto e São José atuando como uma ponta rápida e forte. Iniciou sua trajetória internacional em 2017 ao acertar sua transferência para o Atlético de Madrid. Com a camisa madrilenha, conquistou dois títulos consecutivos da liga espanhola e registrou grandes atuações na Liga dos Campeões da UEFA.
Após encerrar seu longo e vitorioso ciclo na Espanha, a atacante teve uma passagem pelo Chicago Red Stars e, atualmente, brilha nos Estados Unidos defendendo o Utah Royals na NWSL. Pela Seleção Brasileira principal, onde estreou em 2017, disputou a Copa do Mundo de 2019 e os Jogos de Tóquio. A atleta natural de Guarulhos (SP) desfalcou o Brasil no Mundial de 2023 por conta de uma grave lesão no joelho, mas deu a volta por cima ao retornar em alto nível e ser peça crucial na conquista da medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Paris 2024.
2) Kerolin (Atacante)

A atleta nasceu em Bauru, mas logo mudou-se para Campinas, onde sua história no futebol começou. Seus primórdios foram em Valinhos, uma das grandes bases do país, onde despontou como uma das jovens promessoras do projeto. Passou pelo Guarani e pela Ponte Preta (pela qual foi eleita a revelação do Campeonato Brasileiro) e foi emprestada ao Corinthians/Audax em 2017 para jogar a Libertadores, tornando-se campeã com somente 17 anos.
Suspensa por dois anos do futebol devido a um caso controverso de doping, voltou aos gramados em 2021 e, mesmo sem clube no momento, foi convocada para dois amistosos contra a Argentina. Foi na Seleção Brasileira que encontrou refúgio para recuperar seu amor pelo futebol. Logo em seguida, transferiu-se para o Madrid CFF na liga espanhola e, ainda em 2022, partiu para a liga americana para defender o North Carolina Courage. Desde 2025, ela joga no poderoso Manchester City. Em 2024, Kerolin foi parte da seleção medalhista de prata nos Jogos Olímpicos de Paris e marcou um gol na semifinal contra a Espanha.
1) Amanda Gutierres (Atacante)

Natural de Querência do Norte (PR), a história da jogadora com o esporte teve início na infância, sendo o futsal a sua primeira paixão. No campo, Amanda teve história semelhante à da grande maioria das atletas do futebol feminino e jogava com os meninos. A paranaense conta com passagens pelo Vila Guarani, União Suzano, Foz Cataratas, Santos e Bordeaux-FRA. Na equipe santista, foi campeã da Copa Paulista, onde foi a artilheira da competição com cinco gols e ainda deu cinco assistências.
Amanda se tornou a maior goleadora da história do Palmeiras (seu antigo clube), onde quebrou recordes ao balançar as redes 72 vezes. Após sua passagem lendária pelo Alviverde, ela protagonizou a maior venda do futebol feminino nacional ao se transferir para os Estados Unidos, onde atualmente defende o Boston Legacy FC na NWSL. A atacante, que é fã declarada de Marta e Cristiano Ronaldo, também já teve atuações de destaque na juventude que a fizeram ser convocada pela Seleção Brasileira Sub-17. Consagrada na equipe principal, ela marcou gols importantes em vitórias históricas contra a Austrália e os Estados Unidos, além de ter sido artilheira da Copa América e finalista da Bola de Ouro da France Football.