Shankland, atacante escocês, detalha carinho antigo pelo Brasil na Copa do Mundo
Lawrence Shankland, jogador que encara o Brasil, nesta quarta-feira (24), às 19h, no Miami Gardens, abordou o peso da Seleção Canarinho e o duelo com Neymar O Brasil enfrenta a Escócia nesta quarta-feira (24) no fechamen...
O Brasil enfrenta a Escócia nesta quarta-feira (24) no fechamento da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. Na coletiva que antecede o confronto pelo Grupo C, o atacante escocês Lawrence Shankland elogiou a Amarelinha, relembrando o peso histórico do país no futebol mundial.
O jogador revelou que a Seleção Brasileira foi o primeiro campeão do mundo que guardou na memória de infância e destacou o elenco pentacampeão como uma inspiração atemporal para atletas do mundo inteiro.
Shankalnd começou de forma protocolar: “Nós vamos enfrentar o Brasil, sabemos que precisamos pontuar, e vamos nos dar a oportunidade de encará-los e conseguir. Obviamente, um empate provavelmente será suficiente para nos classificar, sabemos que eles tentam vencer o jogo antes de mais nada e, se pudermos arrancar um ponto do Brasil, nós aceitaremos isso”.
Atacante cresceu vendo um Brasil vitorioso, sua primeira impressão em Copas
O respeito ao Brasil é algo que Lawrence Shankland aprendeu ainda na infância. Anos antes de se tornar um jogador profissional de futebol, o escocês já admirava o Brasil na Copa.

“Para mim, quando você pensa em Copa do Mundo, acho que o Brasil é um dos primeiros times que vêm à mente. O primeiro time que me lembro de assistir direito em uma Copa do Mundo e vê-los vencer. Sabemos o desafio que temos pela frente, conhecemos esse lado da história. Mas o que precisamos fazer é nos concentrar nas nossas funções em campo, contra uma boa equipe, e dar o nosso melhor”, detalhou.
Shankland se rende a Neymar
O duelo pode ter um tempero especial: o atacante escocês não esconde a ansiedade para enfrentar Neymar. Recuperando-se de lesão após perder as duas primeiras rodadas, o craque brasileiro vai começar no banco, mas tem tudo para ganhar alguns minutos em campo e fazer sua estreia na Copa de 2026.
“Ele é obviamente uma figura icônica para os brasileiros, é chover no molhado dizer isso. Você sabe o quão bem ele foi na carreira, o quão bom jogador ele é. Para mim, ele é diferenciado em campo, os defensores não gostam de bater de frente com ele. É só o barulho em torno disso. Ele é icônico para o Brasil e vamos deixar a empolgação por conta deles”, expôs o atacante.