Fernando Diniz critica duramente gramado da Neo Química Arena e exige melhorias
Durante coletiva, o treinador criticou a situação do gramado e fez um alerta sobre o perigo para os jogadores A Neo Química Arena foi inaugurada em 2014 e desde então vem sendo elogiada por ter o melhor gramado do futebo...
A Neo Química Arena foi inaugurada em 2014 e desde então vem sendo elogiada por ter o melhor gramado do futebol nacional. Mas, isso acabou fazendo parte do passado desde que o campo foi reformado durante a parada para a Copa do Mundo.
Na última quinta-feira (30), o técnico Fernando Diniz fez cobranças importantes para a melhora da superfície após o empate sem gols diante do Athletico-PR, válido pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro.
“É frustrante porque o campo sempre foi uma arma do Corinthians. Eu jogo todo ano aqui como visitante e o Corinthians sempre jogou bem. O pessoal que toma conta deveria ter avisado dos problemas, que ia ter terra”.
Destacou o risco do campo
“Enfim… Cinco jogadores tiveram o joelho ralado. As pessoas têm que se mexer. De quinta-feira passada para hoje o campo não melhorou”, destacou o treinador em entrevista coletiva que culpou o gramado por lesão dos jogadores.
Para Fernando Diniz, Labyad se lesionou por conta do estado ruim do gramado, enquanto a contusão de Yuri Alberto foi vista como uma fatalidade. Os dois jogadores serão examinados mais uma vez nesta sexta-feira (31).
Analisou o desempenho da equipe
O empate acabou frustrando os 40 mil torcedores presentes e, com isso, Fernando Diniz aproveitou para avaliar o desempenho apresentado pela equipe. “O que eu pensei para o jogo deu certo. O time não fez um jogo ruim, foi um jogo difícil, de poucas chances. O Athletico estatisticamente oferece poucas chances aos adversários”.
“Nós tivemos seis bolas e mandamos quatro no gol, eles só uma. Nós tivemos as chances mais claras para definir o jogo. Tivemos boa desenvoltura, mas pouca profundidade, faltou criar mais por falta de ritmo de jogo, o Athletico marca muito bem e o gramado não nos favoreceu de maneira nenhuma.”