Santos pressiona o Remo, cria chances com Neymar e Gabigol, mas esbarra na falta de pontaria
Equipe santista controla as ações ofensivas, empilha finalizações e desperdiça oportunidades na Copa do Brasil. O Santos foi superior ao Remo durante praticamente toda a partida pela Copa do Brasil, controlando a posse d...
O Santos foi superior ao Remo durante praticamente toda a partida pela Copa do Brasil, controlando a posse de bola e criando as principais oportunidades ofensivas. Apesar da pressão constante, a equipe comandada por Cuca encontrou dificuldades para transformar o volume em gols.
Logo nos primeiros minutos, Gabriel Barbosa e Álvaro Barreal assustaram a defesa paraense. O argentino ainda acertou a trave, enquanto Gabigol obrigou o goleiro adversário a trabalhar em finalização dentro da área.
O Remo respondeu em poucos momentos, principalmente com Jája Silva e Alef Manga, mas viu Gabriel Brazão aparecer quando exigido e a defesa santista controlar boa parte das investidas adversárias.
Neymar participa das principais jogadas
Neymar voltou a ser o principal articulador ofensivo do Santos. O camisa 10 participou da construção das principais jogadas, criou espaços para os companheiros e ainda levou perigo em finalizações de cabeça e passes que deixaram Escobar e Barreal em boas condições de marcar.
Mesmo bastante participativo, o atacante viu os companheiros desperdiçarem oportunidades importantes. Lucas Veríssimo acertou a trave ainda na etapa inicial, enquanto Gabigol, Escobar, Christian Oliva e Caballero também desperdiçaram boas chances.
O segundo tempo manteve o mesmo cenário, com o Santos ocupando o campo ofensivo e acumulando escanteios, cruzamentos e finalizações. A equipe paulista realizou diversas alterações para aumentar a intensidade, mas seguiu encontrando dificuldades na conclusão das jogadas.
Volume ofensivo não virou vantagem
Mesmo pressionando até os minutos finais, o Santos voltou a sofrer com a falta de eficiência. Escobar, Neymar, Gabigol e Barreal tiveram novas oportunidades, enquanto o Remo apostou em contra-ataques e bolas paradas para tentar equilibrar o confronto.
A atuação mostrou um Santos dominante durante boa parte da partida, mas também evidenciou a necessidade de maior precisão nas finalizações para transformar o controle do jogo em vantagem no placar.